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16 Fevereiro 2008 - 00h37
Carlos Lopes (arquivo)
Sócrates considerou prematuro falar já em novos apoios concretos a conceder por Portugal
 
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José Sócrates recebeu presidente do Parlamento de Timor-Leste
Portugal empenhado e disponível para estabilizar democracia timorense 
11.02.2008 - 12h34 Lusa, PÚBLICO
O primeiro-ministro, José Sócrates, manifestou-se hoje “chocado” com os atentados contra os chefes de Estado e de Governo timorense, Ramos Horta e Xanana Gusmão, garantindo que Portugal estará “empenhado” e “disponível” para ajudar na estabilização de Timor-Leste.

As palavras de José Sócrates foram proferidas em conferência de imprensa, depois de ter recebido na residência oficial de São Bento o presidente do Parlamento Nacional de Timor-Leste, Fernanda “La Sama” Araújo – audiência que durou cerca de 30 minutos.

Sócrates manifestou a "completa solidariedade do Governo português com as instituições democráticas de Timor-Leste" e reiterou total "disponibilidade e empenho" a Díli.

No entanto, o primeiro-ministro considera “prematuro” falar num reforço do contingente da GNR em Timor, lembrando que que os militares portugueses estão integrados na força das Nações Unidas. "Qualquer alteração terá de ser equacionada em função da avaliação que a própria ONU fizer", justificou.

O presidente do Parlamento timorense, Fernando “La Sama” Araújo, dissera antes do encontro com José Sócrates que ia pedir ao primeiro-ministro português um reforço do contingente da GNR em Timor-Leste.

Na conferência de imprensa, José Sócrates elogiou o "trabalho e profissionalismo" dos elementos da GNR e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) envolvidos no socorro ao Presidente timorense.

comentários
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Comentário 12.02.2008 - 00h14 - magalhães, guimarães
Acho mto bem que se enviem mais militares para Timor, mas apenas e só se a compensação com barris de petróleo assim o justificar se não mais vale ficar em casa. Ou andamos nos aqui a apertar o cinto para se esbanjar com os outros? Isto do tempo de fazer figura de ricos quando somos 1s pelintras tem de acabar. Se valer a pena muito bem estamos lá para ajudar, é que a nos tb ninguém vem ajudar.
 
Comentário 11.02.2008 - 16h52 - Amigo dos timorenses, Algarve
Lá está Portugal no seu melhor! Sempre pronto a ajudar primeiro os de fora que os de casa. Primeiro foram para a Bósnia, por ordem dos americanos, que acharam que nós éramos bons rapazes e poderíamos fazer o serviço por eles. ..Uma vez que eles já não conseguem convencer ninguèm de que estão com boas intenções. Depois foram para o Iraque, para justificar as palermices do Durão Barroso, quando esteve de copeiro a servir aqueles três aventureiros do Aznar, Bush e Blair, nos Açores. Depois foram para o Afeganistão, onde se entretêm a jogar às cartas, a deixarem sós, as mulheres e os filhos, em Portugal, arriscando-se a serem promovidos antes de tempo, e nós a pagarmos todos esses devaneios. E agora, rápidos e em força para Timor, para darmos cobertura às parvoíces e palhaçadas do Xanana e Ramos Horta, como por exemplo, o primeiro achar que Reinado era inofensivo; e o segundo achar que Durão Barroso é merecedor do prémio Nobel da Paz; e para cúmulo, irem os dois em romaria ao funeral do Shuarto, responsável por milhares de mortes de timorenses inocentes,... E nós a pagarmos todo esse folclore, e os Australianos a ficarem com o petróleo ao preço da uva mijona. E o burro sou eu!..hum...
 
Comentário 11.02.2008 - 16h34 - Anónimo, anonimo
ta certo! Fazer avaliacao e nao fazer, rebeu beu beu e pardais ao ninho... daqui a um ano fazemos um figurao a mandar mais uns insignificantes 20 a 30 soldados!!! Ou assumimos que queremos ajudar e o fazemos a tempo e com numeros que se vejam ou entam assuma se que nao queremos ajudar! Timor precisa de ajuda AGORA e temos o dever de os ajudar!
 
Comentário 11.02.2008 - 16h09 - Anónimo, Iceland
Concordo completamente. Para que serve a ONU? Quando é que voltamos a tomar decisoes por nós próprios? Por isso é que somos sempre os últimos em vez de sermos lideres somos seguidores..
 
Comentário 11.02.2008 - 14h41 - José Maria Montargil, Lisboa Portugal
Mais GNR ou tropa para Timor. Um contigente do exército para meter ordem naquele caos para o qual Portugal tanto contribuiu. Assegurar que aquele país possa funcionar decentemente e deixem a ONU em paz que é só um empeçilho para qualquer coisa útil. Para isso é são dois estados soberanos e decidam, e o governo português não se "corte" e deixe de andar de cócoras à frente da Austrália que se está marimbando e de se agachar a essas organizações internacionais que fazem menos que nada. EM FORÇA PARA TIMOR, como dizia o outro.
 
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