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A POLÉMICA CHEGARÁ Á MESA SECTORIAL

O sindicatos exixen que a Xunta anule as axudas a colexios que separan nenas e nenos

Representantes sindicais arremeten contra a Consellaría de Educación por non establecer a obrigatoridade da “coeducación” de sexos á hora de asinar os concertos cos centros privados.

R.Vilar - 13:40 24/09/2008

As organizacións sindicais consideran que a Consellaría de Educación debe elaborar unha normativa que remate coas subvencións a centros privados que non permiten a coeducación de nenos e nenas. Logo de que este xornal desvelase que proseguen as axudas a catro centros que impiden a educación mixta, representantes de CIG, UXT, STEG e CC.OOO coinciden en que a consellaría debe tomar medidas urxentes.

O responsábel nacional de CIG-Ensino, Anxo Louzao, sinala que é “incomprensíbel” que a consellaría siga dando cuantiosos fondos públicos a este tipo de centros privados. Lembra que o segregacionismo de sexos vai contra a LOE que insiste na “coeducación” de rapaces e rapazas. Dende a CIG considera un “verdadeiro escándalo” que Educación siga a mesma liña que os anteriores gobernos do PPdeG á hora de establecer os concertos.

Xosé Fuentes, dirixente de CC.OO-Ensino, afirma que o sindicato ao que pertence se opón frontalmente a separación de rapaces e rapazas: “Estes ultraconservadores da Igrexa Católica póñennos os pelos de punta”. Fuentes subliñou que Galiza debería seguir o exemplo de comunidades como a de Castela-A Mancha e anularlle as axudas públicas a aqueles centros que non aposten pola “coeducación”.

Xosé Cabido, de STEG, considera “alarmante” que se subvencionen centros que “afondan na diferenciación entre sexos”. Cabido acusou á consellaría de non ter “valentía política para aplicar políticas progresistas”. Logo de coñecer a noticia, Cabido anunciou que o sindicato vai estudar un asunto que cualifica de “ especialmente grave” e sinala que van facerlle preguntas ao respecto á consellaría na Mesa Sectorial de Educación.

Dende a UXT, Xerardo Morano coincide cos outros sindicatos e sinala que a educación debe ser sempre mixta. Aínda que subliña que son partidarios de que a Xunta non subvencione este tipo de colexios, Morano cre que hai que estudar se hai “razóns legais” que dificulten a adopción de medidas.


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Comentarios (12)

pucelano #1 hai 2 dias pucelano
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Alégrome de que os sindicatos teñan ansia de para isto. Co diñeiro dos galegos non se pode xogar así. Cómpre facer algo

forxas #2 hai 2 dias forxas
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Esta segregación a máis de afondar as disparidades de orixe non hai maneira de xustificala en termos pedagóxicos.U-la educación para a cidadanía ?

UnDeTantos #3 hai 2 dias UnDeTantos
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O peor é que ainda hai queno xustifica forxas,ainda hai.Date unha volta polos comentarios da nova relaccionada e vaite mentalizado para non te ponher de mala hostia...

El_pastorrr #4 hai 2 dias El_pastorrr
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En galego non é esixir?

Soberanista #5 hai 2 dias Soberanista
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Em galego-espanhol (RAG) é esixir, mas em galego-português ou português é exigir. E os senhores d'A Nosa Terra muito inteligentemente guiam-se pola nossa língua internacional, mas com o correspondente ortográfico do castelhano.
Eis uma nova mostra de que basear o idioma galego no sistema ortográfico do espanhol é um erro de grandes dimensões.

Majorinus #6 hai 2 dias Majorinus
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«Segregar»? Menuda campanha infumável que pretendedes montar. Parecedes «El Alcázar» do stablishment mediático progre.

A mim parece-me bem, como se diz arriba, que não se jogue com o dinheiro dos galegos. Em consequência, proponho que:

- Os filhos dos professores do ensino público que acedam a universidade, que paguem a matrícula, como todo filho de vizinho, em vez de terem matrícula grátis pagada pelo resto do povo. A ver quando a CIG-Ensino defende a igualdade de todos os galegos. Com o dinheiro dos galegos não se deve jogar.
- Os funcionários públicos que queiram ter um seguro médico privado, que o paguem ou que vaiam à seguridade social, como todo o mundo, em vez de lhes pagarem um seguro privado com o dinheiro de todos os galegos, que não acedem a esses privilégios. Com o dinheiro dos galegos não se deve jogar.

Em consequência: fora da Galiza os privilégios estamentais herdados do franquismo.

galegoportuguesa #7 hai 2 dias galegoportuguesa
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A mim dá-me verdadeira mágoa que a progressia só saiba ver o que lhe interessa. Ai estamos, por que nunca se fala dos privilégios que desfrutam as classes funcionarias, sim, herdados do franquismo? Isso nom se diz. E claro, se se pensa diferente ou se escreve em espanhol, ai vêm os progres em grupo a atacar (passem-se polos comentários da nova anterior).

Por certo, inda estou esperando que vaia alguém respostar o último que deixei. E argumentem, senhores, nom saiam com versos nem refrães.

galegoportuguesa #8 hai 2 dias galegoportuguesa
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classes funcionariais, quigem dizer. Desculpem.

galegoportuguesa #9 hai 2 dias galegoportuguesa
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Em relaçom ao comentário anterior, essa atitude tam "progre" de atacar sem argumentos e irrespetuosamente ao que opina diferente, é própria da direita que tanto criticam: "al que piensa diferente, machacarlo, callarlo!". Claro, por isso agora em Vieiros ocultam os comentários com votos negativos, nom vaia ser que prejudiquem a vista do sensível leitor.

Que vai ser o próximo? Censurá-los como se faz em El Pais? Outro gran jornal progre, por certo...

baltar69 #10 hai 20 horas e 46 minutos baltar69
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majorinus, esto é coma o debate do galego que falan os médicos: cortinas de fume para non atallar casos ben concretos e sangrantes coma os que tí mencionas, entre os que se topa o feito que sae caro facer e manter colexios, polo que nunha deriva de nunca acabarse, mantéñense concertos que actúan como pescadas que se morden a cola.
anque o asunto da educación ten moitísimas cousas tamén das que falar, entre elas un debate cabal acerca do que a progresía defende como sistema público de ensinanza e que tamén ten lagoas ben negras. en fin...

tinho #11 hai 17 horas e 22 minutos tinho
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SÔ DUAS VERBAS POR SUPOSTO

PatriotaGalegoI #12 hai 9 minutos PatriotaGalegoI
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Segue abaixo um texto censurado e borrado por Vieiros. Vieiros é um dos meios de comunicação na Galiza ocupada por Castela onde há maior liberdade de expressão. Por isso é fácil quantificar a extrema opressão da colonização castelhana. A dependência financeira perante a Junta para divulgação do “portunhol” da RAG como de um produto comercial se tratasse é uma das justificações... mas há outras...



«O assunto mais importante na Galiza no momento é a nossa língua nativa e materna, sem isto estar resolvido nada mais interessa! A recuperação da nossa língua nativa é a base indispensavel para todo o desenvolvimento da Galiza e dos galegos.Não ganho nada por querer reintegrar a minha lingua nativa e materna mas há quem viva de forma parasita por ser isolasionista sabendo que está a matar a Pátria GALEGA. Peço desculpa pelo tamanho do texto mas o assunto é fundamental para todos os galegos e galegas. Será um texto valorado como óptimo para os patriótas e péssimo para os espanholistas.

História do IDIOMA GALEGO

I-Introdução

Temos de diferenciar o que é um idioma nativo de uma língua de adopção.
Por exemplo o Galego é um idioma nativo para Galegos, Portugueses e de todos os Galaico-portugueses espalhados pelo mundo.
O Galego/português é o idioma de adopção de Angolanos, Brasileiros, Moçambicanos, São tomenses, Caboverdianos, Macaenses, Timorenses e Guineenses. É também idioma de adopção sem ser oficial em muitos territórios do mundo em especial no antigo Estado Português da Índia.
Um idioma de adopção é uma língua que já existe criada por um povo diferente sendo depois ensinada e implementada a uma região ou a um país.
Pelo contrário um idioma nativo é criado durante periodos milenários e representa o expoente máximo da cultura e raizes de um povo. É isto que estão a querer roubar-nos.

II-Nascimento do Galego
Quando os romanos chegaram à peninsula Ibérica encontraram um povo com uma origem e dialeto (ainda não era idioma) nativo comum resultado de culturas milenárias descendentes de maioritariamente celtas e ainda lusitani, cónios e gróvios (mais tarde seriam também assimilados visigodos e suevos) em toda a parte ocidental atlântica.
Dividiram este povo administrativamente em duas províncias a Galécia (em latim Gallaecia ou Callaecia) e a Lusitânia (em latim Lusitania).
A Galécia ficava a norte do rio Douro. A cidade mais importante e capital histórica era Bracara Augusta, a actual cidade Portuguesa de Braga.
A Lusitânia era todo o território do actual Portugal a sul do rio Douro, a província da Estremadura Espanhola e parte da província de Salamanca. A cidade mais importante e capital histórica era Ermita Augusta actualmente a cidade de Mérida na Estremadura Espanhola. Os povos destas províncias romanas tinham já um passado comum o seu dialecto já era muito uniformizado e destinguia-se dos restantes povos da peninsula Ibérica devido à sua matris maioritariamente Celta. O Galego teve uma grande evolução a partir do século II com a assimilação do latim vulgar falado pelos romanos incorporando léxicos como: pré-celtas, celtas, basco, germânicos e provençais.

III-O Galego durante o Reino Suevo
O Reino Suevo teve início no ano de 409 e foi a mais antiga estrutura política das regiões que incluia a actual Galiza , Norte e Centro de Portugal depois da queda do domínio romano. Este Reino é o berço do futuro Reino da Galiza não só pelo contributo da consolidação do idioma galego como as fronteiras desde Reino e a caracterizazão humana ser praticamente a mesma do futuro Reino da Galiza e ainda hoje incluindo o norte e centro de Portugal. Foi o primeiro reino que se separou do Império romano e cunhou moeda. Os suevos eram um povo germânico que entrou no noroeste da Península Ibérica mas com pouca população. Rapidamente tomaram o controlo do território devido à grande capacidade de organização, mas com o seu número reduzido não modificaram grandemente a cultura, pelo contrário foram até assimilados. http://pt.wikipedia.org/wiki/R...
As duas palavras conhecidas mais antigas escritas em Galego cunhadas em pedra “ Pai e Filho” atribui-se à época do Reino Suevo.
Os suevos introduziram o catolicismo no ano de 449 nos territórios a norte do rio Tejo ( Galiza, Norte e Centro de Portugal). http://pt.wikipedia.org/wiki/I...

Mais tarde os visigodos ocuparam o Reino Suevo, mas não alteraram nada a nível de população, língua e cultura, mantiveram as dioceses suevas de Tuy, Braga, Orense, Iria, Bretonha, Lugo, Astorga, Viseu, Coimbra, Idanha e Porto.

IV- O idioma Galego subreviveu durante a invasão muçulmana e a reconquista Cristã

Por volta do ano 711 quase toda a Peninsula Ibérica foi invadida e ocupada por árabes.
Para os povos da Galiza ocupada por Castela e da Galiza livre (Portugal) pode dizer-se que a sua história começou com a reconquista cristã e reposição da herança da matriz humana, linguista e territorial do Reino Suevo. A relação com os povos da antiga Lusitânia e Galécia não tem quantitivamente a relação que oficialmente se dá devido às invasões que estes territórios sofreram e deslocações de populações.
No século VIII a Galiza foi uma zona de guerra até que Dom Afonso um chefe asturiano reconquistou toda a Galiza de hoje, Norte e Centro de Portugal aos muçulmanos e foi restabelecido o território, tecido humano e línguistico que tinha existido no Reino Suevo. Nasceu então o Reino da Galiza, praticamente com a mesma caracterização do Reino Suevo. Dom Fernando, rei de Leão e Castela, notabilizou-se consolidando as reconquistas e quando faleceu em 1065 reconheceu as diferentes nacionalidades e repartiu os seus domínios pelos filhos: Sancho ficou com o Reino de Castela, Afonso com o Reino de Leão e Astúrias, e Garcia com o Reino da Galiza (e portanto com o condado de Portugal transformado mais tarde em reino independente por galegos que não queriam depender do rei de Leão e Castela após este ocupar a Galiza). Depois de varias lutas entre os irmãos, morto Sancho e destronado Garcia, Afonso VI de Castela ocupa todos os reinos criados pelo seu pai, tornando-se assim rei de Leão, de Castela e de Galiza. O rei Garcia da Galiza foi transformado em figura decorativa obrigado a prestar vassalagem ao rei castelhano. Muitos galegos opuseram-se e por isso dois terços da Galiza, o condado de Portugal tornou-se independente. A outra parte (Galiza de agora) ficou colonizada por Castela até hoje.

V-O Idioma Galego durante a ocupação mulçumana e depois da independência de Portugal

O idioma galego continuou a ser o usado pelos povos do antigo Reino Suevo, mesmo durante a ocupação muçulmana da Península Ibérica. Uma língua é o resultado de sentimentos e cultura de um povo durante muitos séculos. O primeiro documento escrito que se conhece em Galego é do século IX. Por isso é considerado oficialmente o galego como idioma desta data. Neste documento perante a qualidade da escrita reconhece-se já como um idioma formado e não um simples dialecto. Essa fase já o galego teria passado há vários séculos. Pela qualidade do documento escrito em galego no século IX pensa-se que o idioma já estaria constituído deixando de ser um simples dialecto pelo menos no século VI.
O galego conhecido internacionalmente com este nome, comum à Galiza e a Portugal, teve pelo menos setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos a norte do rio Minho sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do séc. XIV e princípios do XV provoca a colonização da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX. São os chamados "Séculos Escuros". O galego em Portugal, por seu lado, durante este período gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ser na verdade uma Galiza livre e ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano. Durante pelo menos sete séculos teve uso como língua culta, fora dos reinos da Galiza e de Portugal, nos reinos vizinhos de Leão e Castela. Escrevendo em galego, por exemplo, o rei castelhano Afonso X o Sábio, as suas "Cantigas de Santa Maria". A sua importância foi tal que se considera a segunda literatura durante a Idade Média só depois do Occitano. http://pt.wikipedia.org/wiki/L...

Depois da independência de Portugal os portugueses não mudaram de idioma, continuaram a falar galego. Os próprios portugueses durante séculos ainda se consideravam galegos. http://pt.wikipedia.org/wiki/G...
Portugal era dois terços do Reino da Galiza, a idependência nada teve a ver com o querer separar-se do resto da Galiza mas sim o tornar-se independente de Leão e Castelha que tinham ocupado a Galiza. Desde a independência de Portugal até ao ano1300 , nos reinados de D. AfonsoI, D. SanchoI, D. AfonsoII, D.SanchoII e D. Afonso III os portugueses diziam que falavam GALEGO.
http://pinhoada.blogspot.com/2...

Só o Rei D. Dinis sendo poeta e escritor começou a chamar ao idioma GALEGO-PORTUGUÊS ou GALAICO-PORTUGUÊS. O Idioma continuou a ser o mesmo tanto na Galiza ocupada por Castela como na Galiza independente que passou a chamar-se Portugal . http://pt.wikipedia.org/wiki/D...

VI- Séculos escuros tentativa dos Castelhanos extinguirem o idioma galego

Depois de derrotas militares dos galegos com os castelhanos por finais do séc. XIV e princípios do XV assiste-se à colonização da Galiza pelos castelhanos no pior sentido. Os galegos foram oprimidos económicamente e culturalmente, foi extinto o idioma galego pelos castelhanos assiste-se ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua nativa.
http://gl.wikipedia.org/wiki/S...
A nobreza galega foi substituída por castelhanos. Os galegos passaram a ser colonizados e os castelhanos a mandar.
http://gl.wikipedia.org/wiki/L...


Com a extinsão oficial do Galego-Português na Galiza não fazia sentido a língua continuar-se a chamar Galego-Português. O idioma passou a partir daí a chamar-se simplesmente PORTUGUÊS.
Com a extinsão oficial do galego na Galiza:
- O idioma deixou de ser escrito.
- Passou a ser falado só em casa.
- Falado maioritariamente pela população menos culta dos campos.
- Passou a ser um idioma de ouvido sujeito às maiores deturpações.
Quando em finais do século XIX altas personalidades galegas querem salvar a língua nativa, ela não está morta mas tem muitas enfermidades resultantes da opressão castelhana durante séculos. Os galegos falam muito mal o seu idioma nativo e materno, está cheio de castelhanices e por não haver escrita muitas das palavras foram deturpadas.
Pelo contrário na Galiza livre ( Portugal) a língua esteve livre de colonização, o galego foi conservado e aprefeiçoado na escrita à oralidade de origem galega/portuguesa. Por isso o IDIOMA GALEGO do SÉCULO XXI é o PORTUGUÊS de HOJE como JÁ o ERA no SÉCULO IX http://www.xornalgalicia...
Em Vieiros: http://www.vieiros.com/blog/am...

VII- A União Europeia obriga o Estado Espanhol a reconhecer as línguas minoritárias

Antes deste direito o galego era proibido. Agora o Estado tenta inventar um dialecto artificial que afaste os galegos dos seus irmãos da fala, negando-nos o direito de recuperar a nossa língua nativa e materna. Estão a fazer um crime cultural e colectivo de nos impor a troca do nosso idioma nativo e materno por um dialecto artificial de adopção da RAG. É o mesmo que obrigar um pai a rejeitar um filho saudável e adoptar um estranho defeituoso. http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de receber em canal aberto os canais de televisão portuguesa para ouvirem o seu idioma nativo, original, materno actualizado http://br.youtube...
Os galegos têm o direito de influenciar o desenvolvimento da sua língua nativa e materna: http://br.youtube...
Há políticos galegos que sabem falar galego mas não o defendem http://br.youtube...
Galegos e portugueses têm a mesma origem cultural: http://br.youtube...
A Galiza é uma Nação colonizada . O galego-português na norma internacional é um meio imprescidível para a descolonização da Prátria Galega.
Se no parlamento Europeu oralmente o Português e o Galego são a mesma língua porque será que o Estado espanhol através da RAG quer isolar o galego na norma escrita e não aceita o padrão internacional? E gasta milhões de Euros dos nossos impostos a criar um dialecto padrão isolasionista artificial?

É uma questão política com receio da Galiza ganhar autonomia e força como Nação.
Porque a nossa língua ao contrário do catalão e basco por exemplo tem uma dimensão mundial sendo falada em todos os continentes por quase 300 milhões de pessoas e é oficial em 10 países incluindo a Região Autónoma de Macau na China.
Acresce ainda o facto que sem ser idioma oficial é também a língua materna falada e escrita de milhões de pessoas de territórios em vários continentes, com destaque para a Índia, no antigo Estado Português da Índia ( Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli) que foi português durante 5 séculos.
É também língua oficial das principais organizações mundiais como na União Africana (onde o espanhol não é), no Mercosul e na União Europeia onde oralmente é reconhecido como galego.
O galego e o português foi a mesma língua oficial falada e escrita na Galiza livre (Portugal) e na Galiza ocupada até os castelhanos a terem extinguido oficialmente na Galiza ocupada. Só a reintegração da nossa língua nativa e materna faz acabar com a colonização linguística dos galegos. A RAG tenta impor definitivamente a colonização castelhana da língua e isolar os galegos dos povos que falam a nossa língua nativa e materna. Tudo porque se teme das vantagens económicas e culturais que a Galiza obtém por entrar num mercado de cerca de 300 milhões de pessoas. Por isso todos os galegos e galegas se devem opôr ao dialecto “portuñol” da RAG. Nós temos como língua nativa e materna uma das mais faladas do mundo, não precisamos de a trocar por um dialecto criado artificialmente pela RAG para nos isolar no mundo.
Se na Galiza se continuar a escrever o dialecto “portunhol” da RAG ou o galego-português medieval enfermizado e descaracterizado e deturpado devido aos séculos escuros de opressão, o galego nunca passará de um dialecto regional isolacionista sem qualquer utilidade e por isso morrerá no tempo. Ficará somente a supremacia do idioma colonizador o castelhano. A Galiza continuará uma colónia espanhola desrespeitada até a sua própria identidade pelos e pelas espanholistas "Rosas Díez" por exemplo. http://br.youtube.com/watch?v=...
Esta senhora nunca falou quando o galego foi proibido na Galiza pelos Castelhanos. Fala agora da constituição do ocupante colonizador castelhano para legitimizar o neocolonialismo da Galiza. A Galiza é uma Nação. Que autonomia temos para fazermos uma constituição com a vontade galega e não com a castelhana? As regras do jogo estão viciadas pelos castelhanos. Só queremos viver como galegos.
Na Galiza tem de se falar em primeiro lugar o idioma GALEGO e não “portunhol” da RAG ou castelhano.»

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