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01/06/2009 - 21:06

Airbus: apólice de US$ 94 mi e seguro incalculável



Air France tem histórico marcado pela ausência de acidentes, diz resseguradora

O Airbus A330-200, da Air France, que fazia o trajeto de Rio de Janeiro a Paris e desapareceu na madrugada de domingo com 228 pessoas a bordo - 216 passageiros e 12 tripulantes - estava segurado em US$ 94 milhões. A corretora responsável é a francesa JLT, que fez a coleta de valores de mercado para a elaboração da apólice compartilhada por um pool de resseguradoras liderado pela também francesa Axa Re.

Apesar de os seguros de aeronaves terem valores elevados, a Air France "não se inclui no grupo de prêmios catastróficos por ter um histórico muito interessante marcado por longa ausência de acidentes", informa Ana Paula Oliveira, diretora de Aeronáutica da corretora de resseguros inglesa UIB Brasil Re.

Segundo a diretora da UIB, em casos como o do avião da Air France, o valor do seguro é inestimável. O problema maior será com as indenizações dos passageiros, na medida em que cada um terá o seu perfil analisado para ser apurado o potencial econômico, produtivo, financeiro e pessoal.

A exemplo do que ocorre com seguro de automóvel, em que em casos de perda total, o pagamento é mais rápido, as indenizações das vítimas do avião da Air France também deverão ser mais rápidas.

Segundo Ana Paula, a Air France cumpre a legislação internacional que a obriga a manter um centro de crise e uma política de crise, procedimentos exigidos de todas aéreas.

Entre os 216 passageiros do vôo cuja identidade foi confirmada, estão vários nomes do mundo econômico e político brasileiro ou com atuação no país. Na lista da Air France constam Luís Roberto Anastácio, presidente da Michelin para a América do Sul; Antonio Gueiros, diretor da Michelin; Marcelo Parente, chefe de gabinete da prefeitura do Rio, e mulher; Eric Heine, presidente do Conselho de Administração da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA); Silvio Barbato, ex-regente das Orquestras Sinfônicas do Teatro Nacional de Brasília e do Teatro Municipal do Rio e Adriana Francisco Siujs, jornalista da Petrobras.



 

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