BEM-VINDO A CONGONHAS MG

 

Congonhas pertence ao Circuito do Ouro, Circuito Estrada Real e Circuito Vilas e Fazendas de Minas

Região: Central
Habitantes: ± 43 mil
Temperatura Média: 20,9°C
Distância da Capital: 89 Km

Tipos de Turismo que Congonhas propicia:

Turismo Cultural, Turismo Histórico (Cidade Histórica), Turismo Ecológico, Ecoturismo, Turismo Religioso, Turismo Gastronômico, Turismo de Negócios








Os Profetas do Mestre Aleijadinho

Por Marcos Tiahua

Quem visita Congonhas pela primeira vez, se encanta com a riqueza do período barroco e do estilo rococó deixado por diversos artistas como Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como mestre Aleijadinho e de pintores como Manuel Athaíde. Congonhas possui uma história muito rica. Diversas personalidades já passaram pela cidade e estão registradas em galeria, no Museu da Imagem e Memória de Congonhas. Subindo as ladeiras para chegar no alto da Praça da Basílica é possível encontrar o Santuário de Bom Jesus do Matozinhos, uma obra inspirada em dois santuários portugueses. Mas a versão brasileira conta com uma das obras maestras de Aleijadinho, os doze profetas esculpidos em pedra sabão e as seis capelas com os passos da paixão, o que torna a cidade um dos principais pólos turísticos do Estado.

Crença e mediunidade
Outro personagem que também deixou as suas marcas no município foi o médium Zé Arigó. Segundo contam os moradores nativos e alguns registros de sua vida, ele era um homem de muita simplicidade e curou centenas de pessoas que vinham de diversas localidades do país. O espírito Dr.Fritz, médico alemão desencarnado, operava e clinicava através de sua mediunidade, utilizando equipamentos muito simples.

Religiosidade
Além do Santuário outras igrejas de destaque na cidade são a Matriz de São José, Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora da Ajudae Nossa Senhora da Soledade. A tradição religiosa do município é ainda mais forte entre os dias sete e 14 de setembro, quando ocorrem as festas do Jubileu do Senhor Bom Jesus. Antigamente a Romaria abrigava romeiros de todas as localidades que vinham ao encontro de sua fé. Com o passar do tempo ela foi perdendo essa sua utilidade e foi demolida, para mais recentemente ser reerguida e abrigar boa parte do acervo cultural da cidade. Hoje, lá estão o Museu de Mineralogia e Arte Sacra e a sede da Fundação Municipal de Cultura, Lazer e Turismo (Fumcult).

Recentemente, o Ministro da Cultura Gilberto Gil, aprovou a construção do primeiro museu moderno com dependências subterrâneas de Minas Gerais. O Museu de Congonhas deverá abrigar os 12 profetas de Aleijadinho. No adro da basílica serão colocadas réplicas das esculturas. Sua área corresponde a 3.680 metros quadrados, contendo parte de sua estrutura localizada no subsolo do Hotel Colonial. A praça da Basílica também deverá ser duplicada. A criação do museu faz parte do Programa Monumenta do Ministério da Cultura.

Plebiscito
Outra polêmica foi em relação à mudança de nome da cidade. Alguns grupos de moradores queriam que retornasse ao antigo nome de Congonhas do Campo, mas um plebiscito realizado em 30 de agosto de 2003 decidiu manter o nome de Congonhas.

Confira aqui os dados oficiais do plebiscito



HISTÓRIA DE CONGONHAS

O início do povoamento da cidade de Congonhas ocorreu por volta do ano de 1700, quando lusitanos que haviam se instalado na antiga Vila Real de Queluz, atual Conselheiro Lafaiete, passaram a buscar na região outras localidades que se demonstrassem prósperas para a prática da mineração aurífera. Estes agrupamentos instalaram-se em volta do rio Maranhão e ao longo do tempo foram se desenvolvendo. Segundo Xavier da Veiga, a Freguesia* de Congonhas teria sido criada em 1745, no entanto, existem contestações quanto a esse respeito. Outras datas são mencionadas como no livro de Lotação das Freguesias do Arquivo Eclesiástico de Mariana. No registro estão expressas as seguintes informações: "Foi erigida por ordem de S. Majestade, em 1734, e depois, pelo Ordinário, em curato e, pelo alvará de 13 de abril de 1745, foi mandada declarar de natureza coletiva, em lugar de Nossa Senhora da Conceição do Ribeirão do Carmo que, pela sua elevação à cabeça da Diocese, passou a ser curato amovível a arbítrio do Prelado". A escolha do nome Congonhas teve sua inspiração nas paisagens daquela região mineradora. Congonhas é o nome de uma abundante planta existente nas proximidades do arraial, o Congõi, que em Tupi significa “O que Sustenta, O que Alimenta”. Com o rápido desenvolvimento do Distrito devido às imensas riquezas em ouro encontradas em seu entorno, Congonhas não chegou nem mesmo a ser uma Vila passando diretamente para o título de Município. No ano 1948, ocorreu uma simplificação da denominação do município que então se chamava Congonhas do Campo sendo reduzida para Congonhas, sem uma antecedente consulta à população. Recentemente, no dia 31 de agosto de 2003, foi realizado um plebiscito na cidade para averiguar o desejo dos moradores para retornar às origens com o nome de Congonhas do Campo. Mas cerca de 20.500 pessoas dos quase 26 mil eleitores votaram para manter o nome atual de Congonhas. Pela cidade passariam grandes arquitetos e artistas consagrados que deixaram marcas expresivas para toda a posteridade, como o tão conhecido hoje, Antônio Francisco de Lisboa, o Aleijadinho. Em Congonhas, o mestre Aleijadinho deixou doze profetas esculpidos em pedra sabão sendo expostos no alto da Basílica de Bom Jesus do Matozinhos. No percurso até a chegada à basílica, é possível conhecer outra marca de sua obra, os seis passos esculpidos em madeira.

* Freguesia = Povoação sob aspectos Eclesiástico

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