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colmeia.lab :: diálogos coletivos

O colmeia.lab ̩ uma iniciativa que a colmeia encampa de tempos em tempos, em forma de evento, de uma prodṳ̣o audiovisual, de um aplicativo experimental, enfim Рqualquer forma de expresṣo que misture de alguma forma pessoas, conte̼do e tecnologia, com a inten̤̣o de experimentar. Conhecer. E compartilhar.

Durante 2011, mergulhamos no universo de três coletivos – Fora do Eixo, Soma e OEsquema – para entender como do encontro das pessoas com projetos em comum surgiram coletivos que estão ajudando a transformar a indústria cultural do país.

De onde vem sua força?
Como se organizam?
Quais suas visões sobre o mundo dentro e fora do contexto que estão inseridos?

http://www.vimeo.com/33840902
http://www.vimeo.com/33840939
http://www.vimeo.com/33840986

COLMEIA + PETROBRAS | ENERGIA DAS TORCIDAS 2011

Após uma temporada incrível, com o Brasileirão Petrobras 2010, a Petrobras, grande parceira da ursaiada da colmeia, decidiu, agora em 2011, investigar os valores que formam a Energia de Todas as Torcidas.

Para tanto, realizamos juntos uma websérie em cinco episódios que contemplam elementos comuns ao sentimento de todo torcedor:

Episódio 1: Raça
Episódio 2: Futebol Arte
Episódio 3: Amor à Camisa
Episódio 4: Espírito de Equipe
Episódio 5: Lealdade

Desde ontem, e pelas próximas quatro semanas, portanto, temos torcedores como você, além de ídolos do passado e do presente, contando o que faz a Energia de Todas as Torcidas.

Curte o primeiro episódio logo abaixo.

FICHA TÉCNICA

Direção de criação: André Passamani e Dudu Camargo
Produção executiva e coordenação criativa: Nícolas Vargas
Redação e formato: Artur Louback
Cuidadores/negócios: Thiago Rodrigues, Pedro Canuto e Alessandro Zanetti
Direção de arte: Telias e Danilo Silveira
Gerência de Projeto: Natalia Albuquerque
Social Media: Ariel Gajardo e Fernando Cury
Direção: Ivan Von Simson
Pesquisa, roteiro e fotografia: Osmar Camelo
Produção: Giovana Vitulli e Gustavo Max
Montagem: Gabriel de Paula
Motion: Jairo Neto, Gabriel Cuevas e Rudi Gude
Imagens: Boris Ramalho, Fabiana de Marselha Cardoso, Leonardo Rudá, Marcel Rocha e Raul Carielo
Cinegrafia/acervo: Gustavo Godinho
Som direto: Marcio Farah
Coordenação de pós: Carolina Gomes
Finalização: Murilo Peres
Ã?udio e trilhas: KungFu Produtora

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PETROBRAS – Aprovação/Cliente
Leonardo Sá
Walter Romano
Gisele Maciel

COLMEIA + DM9 :: Itaú Crédito Consciente

Produzimos 6 videos que ensinam como usar o Crédito do Itaú de forma consciente. Marco Luque, 8 personagens, 3 diárias de captação e muitas horas de animação/render para chegar nesse resultado do qual nos orgulhamos muito!

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EQUIPE COLMEIA
Produtor Executivo: Leonardo Barbosa
Direção: Danilo SIlveira, Ricardo Mordoch
Roteiro: Ana Mangeon, Gustavo Suza Suzuki
Head of Art: Thiago Elias
Direção de Arte: Danilo Silveira, Bruno Dias, Felipe Rocha
Ilustração: Issao Bazolli, Guilherme Aranega, Bruno Petito, André Juventil
Motion Design: Rafael Morinaga, Lucas Pasquini, Barbara Matsusaki, Isabella Papa, Gabriel Cuevas
Atendimento: Daniel Cecconello
Gerente de Projetos: Carolina Gomes
Direção de fotografia: Tiago Tambelli
Direção de Produção: Gustavo Maximiliano
Ass. Direção: Camila Gentili
Montagem: Olivia Brenga
Tec de Som Direto: Guilherme Shinji
Coordenação de Produção: Aline Moura
Ass. Coordenação de Produção: Sarah Barbosa

colmeia está recrutando novo catatau!

Lembra do recrutamento de “jovens ur50s� que rolou no começo do ano? Não? Depois você refresca a memória nesse post aqui.

O fato é que eu, Sarah Tavares, achei que conseguia produzir, respondi o questionário e acabei sendo contratada. Passei alguns meses nesse estágio/trainee de maluco, aprendi muito mais do que imaginava, me diverti horrores e me dei conta de que eu realmente levava jeito pra esse negócio de produção. Na verdade, outras pessoas perceberam isso e resolveram me promover! Yey!

Só que eu só posso deixar totalmente meu lugar entre os “catataus� e me tornar efetiva quando achar uma pessoa legal e que queira trabalhar nesse lugar loucamente incrível.

Que tal você me ajudar e mandar seu curriculum para bia@colmeia.tv?

Arianna Huffington, o Brasil e independência editorial

Na véspera do feriado, a Belle mandou um email com um texto em anexo, comentando que via uma brecha na cobertura da palestra de Arianna Huffington. O texto coloca uma pergunta sobre independência editorial. Questão nunca levada muito a sério por aqui. Em pleno feriado, explodiu no meu twitter, a briga TechCrunch x AOL tendo como protagonista Arianna Huffington e como coadjuvantes o próprio NYTimes e o All Things Digital do WSJ por meio de artigos sem meias palavras. O tema central da briga? independência editorial!
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Arianna Huffington, o Brasil e independência editorial
por Isabelle de Paula

Li outro dia no twitter que jornalista que gosta da Arianna Huffington é como boliviano que veste Zara. Não importa. O lance é que a moça foi considerada uma das 100 personalidades mais influentes do mundo, talvez, por entender o novo momento da comunicação.

foto: Dênis Ribeiro - info.abril.com.br

“Pessoas escrevem de graça para o Huffington Post porque expressão é a nova diversão. Ninguém pergunta por que alguém assiste TV de graça�. Esse foi, pra mim, o momento mais interessante da participação de Arianna no Info@Trends. Ela dividiu seu discurso entre tentar provar que conhece o Brasil (já que prepara sua chegada por aqui) e incentivar as pessoas a se desconectarem por algum tempo para viver a vida.

Mais acessado que o New York Times, o Huffington Post contabiliza mais de 250 milhões de visitantes por mês e emprega mais de mil jornalistas (que fazem, segundo ela, a curadoria do “caos informativoâ€?). Mantém também seções com blogueiros, – aqueles que reivindicaram um extra no final do mês com a venda recente para AOL. Perguntada sobre o assunto, ela resumiu: “Te pagam para assistir TV por 5 horas seguidas no sofá? Eu dou visibilidade para estes blogueiros, que escrevem porque hoje há o forte desejo de auto-expressãoâ€?. Mais uma vez: não importa!

O fato é que o HuffPost vai desembarcar no Brasil, provavelmente a bordo de um acordo exclusivo com um grupo de mídia brazuca. Quem acompanhou sua passagem por aqui e conhece um pouco da comunicação do seu país, sabe que Abril e Globo são fortes candidatos.

Mas, o que me pergunto nesse momento é: o sucesso do Huffington Post se deu justamente por ser uma plataforma de conteúdo independente. E foi devido a esse sucesso que Arianna embolsou US$ 315 milhões da AOL. Logo, quando a empresária conta que replicará seu modelo aqui – mas com acordo exclusivo com um grupo -, entendo que garantirá um modelo de receita. E a independência editorial? Haveria alinhamento?

Quanto a seleção de blogueiros, vai ter muita gente querendo voltar a escrever de graça e ser visto. Afinal, se lá fora o conteúdo do Huffington Post recebe tamanho acesso aliado a um portal como AOL, imagina veiculado a um gigante da comunicação brasileira… De novo: o desafio será manter a pegada digital e o conteúdo independente, sem uso de cartilhas de boas condutas.

Emicida, RAP, entre umas e outras

Na última semana uma thread em torno da participação do Emicida em vídeo promocional do Rock in Rio, virou um verdadeiro flame, com tudo que o termo carrega de polêmico. No meio do caminho um mail de Andre Passamani, limpou o terreno, e trouxe uma problematização fodassa sobre o contexto em que a produção musical do Emicida se encaixa, assim como traz a tona uma análise da função social do Rap muito coerente.

por Márcio Black

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Emicida, RAP, entre umas e outras.

por Andre Passamani

Emicida não está preocupado em peitar a burguesia. Ele está preocupado em se inserir mesmo. Ele nasceu um ano antes do Plano Cruzado, quando a inflação acabou, o preço disparou, Sarney tabelou e a classe média sofreu com o sumiço do boi no pasto. Ele já tinha uns 11 anos quando o fenômeno frango e danoninho genérico do Plano Real gerou a primeira onda de consumo popular. Não tinha 18 quando Lula foi eleito. Já tinha 23 quando o consumo popular no Brasil decolou. Só apareceu mesmo há um ano, aos 26 anos.

Ele é rapper e o seu som e letras não têm nada a ver com Public Enemy e seu rap engajado e ácido. Essa vertente ficou datada já em 93, enterrada pela nova onda, jazz-rap-afro (Digable Planets e Arrested Development). O que veio depois disso, no RAP, mainstream, foi filho do gangsta com pop. E ele, tem sim, muito e para caralho, identidade com o rap do Jay-Z, Eminem, 50Cent, Kanye West.

Mano Brown sozinho é o Public Enemy brasileiro. Com suas idiossincrasias, limitações e escrotidões. E com um talento escrotamente fodido. Único mesmo. Ele pode ter o nome do lado do Chico, do Caetano, do Zappa e da Ivete. Afinal, foi mesmo disco de ouro da favela com “Sobrevivendo no Inferno� (Inacreditável, mas seu filho me imita [...] Seu filho quer ser preto / Ah! que ironia!). Quer falar de “peitar a burguesia�? Fala com ele! Quer falar de uma revolução? Olha a merda que isso deu na carreira e na “poética� dele? Ele errou a mão e passou do ponto. Uma pena, porque era absurdamente bom. Quem sabe retoma? Olha o Chico, o Zappa e o Caetano? Olha o Scorcese. Olha o Orson Welles. Ele mudou. Envelheceu. Teve filho. Encheu o saco. Cansou. Sei lá! E eu tô falando de mim aqui. :-P

Mas o Mano Brown fez Nego Drama e todo cara que perde tempo pensando em teorias sociais deveria citar essa parada ao falar sobre a sociedade brasileira e a interligação da questão racial e econômica:

“Ei, senhor de engenho / eu sei bem quem você é / sozinho você num güenta / Você disse o que era bom / e a favela ouviu / uísque, Red Bull, tênis Nike, fuzil / [...] Seu jogo é sujo / e eu não me encaixo / eu sou problema de montão / de Carnaval a Carnaval / Eu vim da selva, sou leão / Sou demais pro seu quintal.”

Essa porra é de 97 2003 . FHC virou FFHH em 98. A Rússia quebrou em 98. O Brasil quebrou em 99. O Lula virou presidente em 2002. Já falei nisso, né? O Mano Brown elegeu o Lula. O Leão saiu do quintal. E nada mudou. Nada do que o PT colocou no programa e tentou fazer deu certo. O que fugia desse plano programático, no entanto, a tal manutenção da estabilidade, deu certo. E ai, o tal milagre brasileiro aconteceu.

Você viram o Entreatos do João Moreira Salles? O tal milagre econômico brasileiro tá ali. O Lula diz:

“Sempre gostei de estar bem vestido. Sempre achei bonito ficar de terno e gravata. Em 30 anos de fábrica não me acostumei com o macacão. Para a gravata foram três dias.�

E arremata: “Conquistei a Marisa com o (automóvel) TL azul que comprei. Depois eu só progredi na vida�. Ele faz um manifesto sobre crédito, carro próprio, auto-estima. Simples assim. Tosco assim. Raso assim.

Consumo meu velho. Um fator novo numa sociedade de 500 anos. Os ingleses já sacavam isso e venderam a abolição pra gente. A classe média insiste em não querer essa parada porque empregada doméstica e picanha para o churrasco viram coisa de milionário na sociedade de consumo.

Mas e o Emicida hein? Ele diz que é o Neymar do RAP. Veja bem, ele estourou aos 25-26 anos e se vê como o Neymar. Que estourou aos 17-18. Ele é filho direto da inclusão digital. Da inclusão social. Ele quer ter auto-estima. Fazer faculdade. Arrumar emprego. E, pra isso, rema a favor. Torce pra China não quebrar e tudo ir para o saco. Ele é pró-sistema. Porque o sistema, pela primeira vez, tá (um pouco) a favor. Sem estar contra o senhor de engenho, é claro!

Vai dar errado? Provavelmente sim. Isso atrapalha a revolução? Qual revolução? A sua? A dele? A do seu Toninho taxista tá rolando forte. Ele joga tênis duas vezes por semana no clube em Pirituba por que é bom para o coração mas não deixa o futebol semanal regado a cerveja.

Mas como estamos teorizando em cima do que o Emicida fala, que tal ouví-lo falar sobre a música (que eu acho) mais notável do disco dele?

A letra de Licença Aqui me fez prestar atenção nele, pra além do hype e da curiosidade antropológica com que acompanho todo o mundo pop que vai além de reality shows (isso é a nata, pra mim).

“Vocês só veem anéis, nóiz temos calos nas mãos / Não somos iguais / Eles querem ser famosos, nóiz podemos ser mais / E melhor / Às vezes todo esse brilho é reflexo do suor / De quem mudou lares / Eles sonham com carros, nós alcançamos lugares.�

Deixo os cara bravo / Por pô valor, na cor do açúcar mascavo / Vencer com centavos / Ter meus manos salvo / Eu sou livre, eles pensam como ex-escravo (…) as garotas amam Emicida é over / Bafo, too much, eles são posers / Abrimos caminhos, eles vivem de covers / Nos melhores dias ainda são losers / Sinônimo de amor e Luta, nunca desavença / Compreende? Não? Com licençaâ€?

Acho doido o cara “estourar” (tocar na MTV e encher balada com fãs do NXZero) com um discurso não-gangsta, não malandro e não sociedade alternativa. Um puta racha no que é o rap nacional até aqui.

Lembrei do supracitado Cris Dias pela sua genial frase: O Brasil precisa de mais cientistas do que de mais craques de futebol e dançarinas de axé-funk.

O Emicida é um jovem-ponte.

PS - Na minha viagem, sobrou pro Sabotage ser o Tupac. Que azar nosso né? No dia em que o Ganja soltar o tal disco, será possível confirmar o quanto ele pode ter sido o melhor rapper brasileiro (tecnicamente falando).

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colmeia na @ FWAtv | Terças, 18hs!

Todas as terças, a partir das 18hs, a colmeia estará ao vivo na FWAtv.

Por meio deesse canal ocorrem transmiss̵es das ag̻ncias com pe̤as ganhadoras do pr̻mio FWA РFavorite Website Award.

Para acompanhar, basta acessar http://www.thefwa.com/fwawebtv

Confira abaixo teaser da estréia dos Ur50’s!

Stay tuned!

Colmeia at FWA TV from Colmeia on Vimeo.

youtube/cinema, o canal de cinema do YouTube

Se você não viu, devia ter visto. Aliás, os vídeos estão lá esperando pra você ver.

A colmeia, a convite do Google, produziu e administrou todo conteúdo do lançamento de seu mais novo canal de cinema, o delicioso youtube/cinema. Prazersaço.

Para tanto, nossa nobre missão foi pousar (de van) em Paulínia e cobrir o Festival de Cinema de lá, um dos maiores do Brasil. Lá estando, acompanhamos lançamentos de filmes bem bacanas como “O Palhaço”, dirigido e estrelado pelo Selton Mello, “Meu País”, que tem um elenco global com Rodrigo Santoro, Debora Falabella e Cauã Reymond, e “Rock Brasília”, que conta a trajetória do rock da capital nos anos 80, entre outras pérolas do agora robusto cinema nacional.

Escalamos Borbs, ícone nerd (editor e dono do Judão), Bruno Ondei (jornalista e âncora do falecido Videocast de Cinema), Sophia Reis (atriz e apresentadora d’A Liga, na Band) e o folclórico Paulo Tiefenthaler (ator muito querido entre os trintões da casa por suas performances no maneiraço Larica Total, do Canal Brasil) para entrevistarem as principais figuras da festa, fossem elas famosas, promissoras ou apenas gente da gente do cinema, como diria Netinho de Paula, fosse ele cineasta. ;)

Três doses pra você curtir:

É isso aí, em breve tem mais. Agora delicie-se com a íntegra de nossa lúdica cobertura, estamos todos orgulhosos dela.

O Sonho Brasileiro

Pequeno teaser de um projeto que estamos fazendo para o Itaú, em cima da pesquisa que a Box1824 realizou com jovens de 18 a 24 anos do Brasil todo, e que ambos (colmeia e Itaú) apoiamos.

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Social Media – Rascunhos – Cristais de Massa

No post anterior dos “Rascunhos� falei do texto “Massa e Poder� de Elias Canetti, no qual o autor parte da intuição básica de que existe no ser humano um impulso de massa, uma tendência a se transformar em massa, oposto ao impulso à individualização. E que o entendimento desse impulso pode ser fundamental para ampliar os campos de compreensão e atuação em Social Media.

Ampliando um pouco a conversa podemos pensar em algo como “cristais de massa�, que apresentam-se sob a forma de um grupo de pessoas que chama a atenção por sua coesão e unidade. Considerando que eles são concebidos e vivenciados como unidade, mas compõem-se sempre de pessoas efetivamente atuantes (monges, soldados, uma orquestra).

Os “cristais de massa� são diferentes dos alfas ou betas conforme definido Malcom Gladwell, pois não atuam como trendsetters. Ocupam uma outra função, pois são aqueles que definem o campo. São aqueles que dão forma ao campo. Portanto, eles se localizam num momento anterior ao “ponto de desequilíbrio�.

Social Media, nesse caso, seria algo próximo a uma conversa. Melhor, é uma conversa, com tudo o que ela tem de informal, de leve e problematizadora ao mesmo tempo. E os “cristais de massaâ€? seriam aqueles que iniciam a conversa, dão forma a ela, e em seguida viram as costas e vão embora, pois deste momento em diante entram em ação os alfas e betas…

Considerando o que foi dito acima e no post anterior. Como ativar uma comunidade formada basicamente por mulheres de em média 35 anos, em que 85% delas apresentam hábitos de uso de computador e internet intermediários, usam predominantemente computadores em Lan Houses, ou casa de amigos/parentes?

Uma lição aprendida nesse caso é que devem ser traçadas diferentes estratégias, por se tratar de um cenário em que o perfil médio a ser atingido não condiz com o de usuários médios de internet e, portanto, de redes sociais. Nesse sentido devem ser consideradas abordagens que contemplem tanto percursos online quanto offline, pois o canal mais adequado será aquele que melhor se adaptar aos objetivos do projeto e ao formato dos conteúdos que serão trocados, criados ou publicados no interior da comunidade.

Como identificar e ativar “cristais de massa� nesse caso?

[Continua...]

Referências:

Elias Canetti. “Massa e Poder�. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

Malcolm Gladwell. “O Ponto de Desequilíbrio”. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2002.

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