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09/08/2010 - 08h23

Escritor americano Benjamin Moser defende Paulo Coelho

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DOS ENVIADOS A PARATY

O escritor e crítico norte-americano Benjamin Moser --autor de "Clarice," defendeu Paulo Coelho em sua participação ontem, na Flip.

Veja a programação completa da Flip 2010

"O brasileiro tem vergonha de Coelho, segundo autor mais vendido no mundo. Faço a defesa dele", declarou, sob alguns apupos. "Se eu fosse ter vergonha de cada merda cultural exportada pelos EUA, estava perdido."

Moser participou da mesa "Nacional, Estrangeiro" com o tradutor alemão Berthold Zilly. Contou que teve facilidade com a língua portuguesa por falar espanhol desde a infância, quando morou no Texas, fronteiriço ao México.

Leticia Moreira/Folhapress
O escritor americano Benjamin Moser
O escritor americano Benjamin Moser

Zilly disse estudar convite para verter "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa, ao alemão.

Na última mesa dedicada à obra do homenageado Gilberto Freyre, o sociólogo José de Souza Martins defendeu ontem que, até o século 18, o Brasil foi bilíngue.

"Paraty é uma palavra inhangatu. Se não fosse pelo inhangatu, em São Paulo não iríamos de um bairro a outro, não haveria Butantã nem Mooca", disse Martins.

"Quando FHC reclamava que a imprensa estava de 'nhe-nhe-nhém', ele estava falando inhangatu, assim como quem usa as palavras 'oreia', 'zóio', 'cuié' e 'muié'."

Os exemplos, segundo o sociólogo, já eram apontados na obra de Freyre, que sempre preferiu olhar para os aspectos miúdos em detrimento dos grandes fatos sociais.

 

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