por meio dos partidos políticos que são lançados os candidatos a cargos eletivos no Brasil; são, portanto, os elos entre o Estado e a sociedade.
Na Proclamação da República, proliferaram os partidos regionais no Brasil. Dois tiveram importância política durante a República Velha: o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Republicano Mineiro (PRM). Até 1930 , eles se revezaram no poder, em um arranjo conhecido como política do "café-com-leite".
Em 1930, época da Revolução, abriram-se espaços para outras agremiações e surgiram várias legendas Partidárias, e, no final do governo Vargas, os partidos vieram a se organizar nacionalmente. Os mais importantes foram o PSD (governo), UDN e o PTB.
De 1946 a 1964 o PSD esteve quase sempre no poder, e a UDN, em oposição a Vargas, congregou elites rurais, representantes de setores industriais e da classe média.
Em 1964 o Regime Militar extingue os partidos políticos, e em 1965 estabelece-se no Brasil o bipartidarismo (os políticos reagruparam-se na Aliança Renovadora Nacional (ARENA) do governo e, no Partido do Movimento Democrático Nacional (MDB), a oposição.
Com o começo da abertura política no Brasil, em 1979, a ARENA e MDB foram extintos pelo governo, restabelecendo-se no País o pluripartidarismo. A maioria dos membros da extinta ARENA fundaram o Partido Democrático Social – PDS.
Em 1988 é fundado o Partido Democrata Cristão – PDC, e em 1992 surgem os Partidos PTR (Partido Trabalhista Renovador) e PST (Partido Social Trabalhista).
A fusão, em 1993, do PDS com PDC, resultou no Partido Progressista Reformador – PPR, por outro lado, em 1994, o PTR funde-se com o PST, formando o Partido Progressista - PP.
Com a fusão do PPR e PP, em 1995, funda-se o Partido Progressista Brasileiro - PPB, nascido com a determinação de contribuir com o País na construção de sociedade livre, democrática, justa, pluralista, solidária e participativa, em que ressalte o absoluto respeito à dignidade da pessoa humana.