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Bebeto – José Roberto Gama de Oliveira (Salvador, BA, 1964). Excelente atacante, especialista nos toques de primeira em velocidade, sempre rumo ao gol. Sucessor de Zico no Flamengo e parceiro ideal de Romário na campanha do tetra, Bebeto jogou também pelo Vasco da Gama-RJ, Botafogo-RJ e por clubes da Espanha, México, Japão e Arábia Saudita.

Carlos Alberto Torres (Rio de Janeiro, RJ, 1944). O capitão do tri, como ficou conhecido depois de 1970, permanece como o modelo perfeito do lateral moderno que se segue à geração de Nilton Santos. Técnica apurada, classe, equilíbrio, tão eficaz na defesa quanto na armação e nas ações ofensivas, eram algumas de suas qualidades. Como profissional, atuou pelo Fluminense-RJ, Santos-SP, Botafogo-RJ e Cosmos de Nova York-EUA foram seus clubes.

Didi – Waldir Pereira (Campos, RJ, 1929 – Rio de Janeiro, 2001). O drible sinuoso, o passe de efeito e a “folha seca” são algumas das contribuições de seu estilo ao futebol à época bicampeão do mundo. A crônica internacional considerou-o como o melhor jogador da Copa de 1958, mesmo sendo um dos sobreviventes do fracasso de 1954. Jogador frio e cerebral, sua presença em campo tinha, para Nelson Rodrigues, a nobreza de um “príncipe etíope de rancho”.

(São Paulo, SP, 1929). Bastou-lhe uma partida, a final com a Suécia, para ser o melhor lateral direito da Copa 1958. Quatro anos depois, já titular absoluto, conquistou o bi no Chile. Em 1963, foi o único brasileiro na seleção da FIFA que enfrentou a Inglaterra na festa do centenário do futebol. Craque da Portuguesa-SP e do Palmeiras, Didi ganhou vários títulos estaduais e nacionais. Equilíbrio, rapidez de raciocínio, técnica e vigor físico. Ótimo no apoio e implacável na marcação, jamais se valendo das faltas para anular um adversário, eram algumas das características do craque.
Paulo Roberto Falcão (Abelardo Luz, SC, 1953). O mais notável armador de sua geração dos anos 80, reunindo todas as qualidades exigidas pelo futebol total: solidário, criativo, dinâmico e profundo conhecedor tático com poder ofensivo. Foi coroado “Rei de Roma” após cinco anos jogando no clube da capital italiana. Começou no Sport Club Internacional-RS e despediu-se no São Paulo Futebol Clube da capital paulista.
Manuel dos Santos (Pau Grande, RJ, 1933 – Rio, 1983). Mais que craque, um fenômeno. Mais que fenômeno, um símbolo, de como o impossível – a exemplo do próprio País onde nasceu – pode se tornar possível: pernas tortas, analfabeto, imaturo, vida desregrada, mas dotado de um drible desconcertante pela direita. Com tudo isso, foi um dos maiores de todos os tempos e lugares. Bicampeão mundial (o segundo título sendo obra, principalmente, sua), jogava como se estivesse brincando. E, dessa forma, fazia-se arma temida por todas as defesas do mundo.
Gérson de Oliveira Nunes (Niterói, RJ, 1941). O “canhotinha de ouro” é dos raros jogadores brasileiros que só precisavam do pé esquerdo para impor à bola uma arte requintada. Com uma diferença: ao contrário da maioria, era um técnico dentro do campo, um meia estratégico, um organizador, um mestre na visão do jogo. Tricampeão pela seleção no México em 1970, jogou também pelo Flamengo-RJ, Botafogo-RJ, São Paulo-SP e Fluminens-RJ.
Gilmar dos Santos Neves (Santos, SP, 1930). Atuando numa posição solitária e permanentemente traída pelos nervos, sua serenidade foi decisiva para o bi brasileiro na Suécia e no Chile. Grande goleiro tinha a serenidade somada aos bons reflexos, olhos atentos, mãos firmes e elasticidade para grandes vôos durante as partidas.
Jair Ventura Filho (Rio de Janeiro, RJ, 1944). Fez gol em todas as partidas do Brasil na vitoriosa Copa de 1970, quando esteve no melhor de sua forma física e técnica. O ímpeto, os arranques para o gol e a forma como batia os defensores à sua frente, justificam o apelido que recebeu: “Furacão”. Revelação do Botafogo-RJ, jogou também por clubes de Minas Gerais, interior de São Paulo, Manaus, Venezuela e Equador.
Julio Botelho (São Paulo, 1929 - 2003). Por falta de sorte (jogava na Itália em 1958 e contundiu-se em 1962), não chegou a participar de Copa do Mundo. Mesmo assim - veloz, notável drible curto, criativo, chute forte - impôs-se como o mais completo ponta-direita do Brasil e um dos melhores do mundo. Campeão na Portuguesa-SP e no Palmeiras-SP, foi ídolo – e também campeão - pela Fiorentina da Itália. Julinho foi o primeiro brasileiro a vencer no exterior, com atuações espetaculares, transformando em ovação, uma das maiores vaias já ouvidas no Estádio do Maracanã, quando, um ano após a primeira Copa ganha pelo Brasil, substituiu Garrincha em amistoso com a Inglaterra.
(Rio de Janeiro, Rj, 1925). O elo perfeito entre o estilo clássico de Domingos da Guia, que o antecedeu, e o papel de lateral participante, ofensivo, de Carlos Alberto Torres, que o sucedeu. Nilton Santos, pelo talento (e pela vocação de atacante trazida das peladas em Flecheiras), foi o primeiro lateral a projetar-se conscientemente ao campo adversário, ousadia não permitida até ali. Atuando durante toda sua carreira pelo Botafogo-RJ, foi titular absoluto das seleções que deram ao Brasil seus os primeiros títulos mundiais.
Edson Arantes do Nascimento (Três Corações, MG, 1941). Atleta do século, rei, o maior da História, gênio, prova viva de que a perfeição existe, todo louvor já lhe foi prestado. Perfeito no drible, no passe, na tabelinha, na cabeceada, no chute, no gol. Seu talento é preciosa fusão do belo com o eficiente, do inventivo com o irresistível. Às três Copas ganhas, dois Mundiais de clubes, incontáveis títulos estaduais e nacionais, acrescente-se um recorde: os 1279 gols que marcou. Encerrada a carreira no Brasil, partiu para outro desafio: ensinar o norte-americano a gostar de futebol.
Vitor Borba Ferreira (Recife, PE, 1972). Craque canhoto e habilidoso como poucos, foi vítima da injustiça que a crônica internacional cometeu, ao eleger um goleiro alemão como melhor jogador da Copa de 2002. Meia avançado de cujos dribles curtos, gingas de corpo, toques de prima e chutes certeiros a seleção brasileira muito dependeu para chegar ao penta. Seu primeiro clube foi o Santa Cruz-PE, seguindo-se para o Mogi Mirim-SP, Corinthians-SP, Palmeiras-SP e Barcelona da Espanha, onde é reverenciado como um dos maiores jogadores da história do clube catalão. Passou também por Milan da Itália, Cruzeiro de Minas Gerais, e Olympiakos da Grécia.
Roberto Rivelino (São Paulo, SP, 1946). Por causa da eficiência do pé esquerdo, houve quem o comparasse a Gérson. Mas nem Rivelino era tão tático, e nem Gérson foi tão ofensivo, diferenças evidentes quando eles estiveram juntos na campanha do tri. Supercraque, ídolo primeiro do Corinthians-SP e Fluminense-RJ, de cuja “máquina tricolor” foi a principal estrela. Criador do famoso drible “elástico” e detentor de um poderoso chute com a perna esquerda. Seu último ano de atividade foi no El Helal da Arábia Saudita.
Roberto Carlos da Silva (Garça, SP, 1973). Dono de um potente chute com a perna esquerda, Roberto Carlos da Silva tornou-se mundialmente conhecido na posição de lateral-esquerdo, com corridas explosivas e cobranças de falta incríveis. Atuou pela Seleção Brasileira nas Copas de 1998, 2002 e de 2006. Em 1997, foi o segundo colocado no prêmio de Melhor jogador do mundo pela FIFA. Iniciou a carreira no União São João de Araras-SP, em 1988. Passou pelo Palmeiras, onde conquistou muitos títulos e lhe rendeu um convite para jogar no Internazionale de Milão em 1995. Jogou também no Real Madrid, da Espanha, clube em que saiu como ídolo. Atualmente, defende o Fenerbahçe da Turquia.
Romário de Souza Faria (Rio de Janeiro, RJ, 1966). O atacante número 1 da geração do tetra. Veloz, decidido, oportunista e preciso, é o último representante bem-sucedido do center-foward tradicional, aquele que tem como campo de ação a grande área adversária, raramente se projetando atrás. Fiel a esse estilo, marcou mais de mil gols em clubes do Brasil, Espanha, Holanda e Qatar. Eleito o melhor jogador da Copa de 1994 é conhecido como o “Rei da Área”.
Ronaldo de Assis Moreira (Porto Alegre, RS, 1980). O mais jovem desta galeria, revelou-se muito cedo no Grêmio-RS, promessa logo cumprida com sua ascensão rápida à seleção brasileira. É um dos mais técnicos, mais criativos, mais perfeitos controladores de bola do Mundo em todos os tempos. Pela seleção, sagrou-se pentacampeão em 2002. Brilhou também no Paris Saint-Germain da França e no Barcelona, clube onde conquistou por duas vezes seguidas o título de Melhor Jogador do Mundo pela FIFA.
Ronaldo Luis Nazário de Lima (Rio, 1976). Os italianos o chamaram de “Fenômeno”, termo que acabaria ficando quase como um sobrenome. Notável atacante por suas arrancadas rumo ao gol, modernizou o papel do centroavante representado por Romário, de quem foi reserva em 1994. Eleito três vezes o Melhor Jogador do Mundo pela FIFA, jogou por clubes da Holanda, Espanha e Itália. Após uma infeliz Copa em 1998, reabilitou-se na de 2002, a do penta, da qual foi o artilheiro. Ronaldo é também o maior artilheiro de todas as Copas do Mundo com 15 gols anotados em quatro participações.
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira (Belém, PA, 1954). Técnico, inteligente, o “doutor” (realmente formado em medicina) sempre descobriu entre o meio de campo e o ataque o lugar que taticamente melhor servia ao seu time, Botafogo-SP, Corinthians-SP (pelo qual foi tri), Flamengo-RJ, Santos-SP, Fiorentina da Itália, seleção brasileira. Um dos grandes dos anos 80, apesar das duas Copas perdidas em 1982 e 1986, era dotado de uma técnica incrível e o grande disseminador dos passes de calcanhar.
Cláudio André Mergen Taffarel (Santa Rosa, RS, 1973). Dos mais conscientes goleiros do Brasil, conhecedor do quanto a posição exige em termos de treinamentos especiais, físicos e psicológico. Poucos se preparavam tanto e tão bem. Devem-se a isso os pênaltis decisivos que andou defendendo, um deles na final do tetra contra a poderosa seleção italiana de Roberto Baggio.
Eduardo Gonçalves de Andrade (Belo Horizonte, 1947). Ao vê-lo conquistar o tri em 1970, o jornalista escocês Hugh McIlvanney previu que seu perfil de craque seria o adotado pelo melhor futebol da Copa seguinte. De fato, Tostão não estaria nela (abandonaria a carreira um ano antes), mas a visão de jogo, a ocupação de espaços, a constante alternância de posições, a inteligência tática, tudo isso exercido com um primor de técnica individual, fariam dele o mais moderno jogador de sua época e uma antecipação do que Johann Cruyff e seu “carrossel holandês” exibiriam em 1974 na Alemanha.
Edvaldo Izídio Neto (Recife, 1934 – Rio, 2002). Um rompedor de defesas, forte, corajoso, enfrentando de peito aberto os marcadores mais duros, não devendo ser confundido com outros jogadores com essas características, os chamados “tanques”. Ao lado do vigor físico, Vavá valeu-se também da técnica que o ajudou a ser o artilheiro do Brasil nas vitórias de 1958 e 1962.
Mário Jorge Lobo Zagallo (Satuba, RJ, 1931). É um vencedor. Mais que isso, na história do futebol Mundial, um dos maiores colecionadores de títulos: duas vezes campeão como jogador, uma como treinador e outra como auxiliar técnico. É, também, um trabalhador incansável. Por seu futebol simples, prático, solidário, inteligente e operoso, foi apelidado de “Formiguinha”. Foi craque de uma geração incrível, a de 1958 e 1962, destinada a vencer, assim como ele próprio.
Arthur Antunes Coimbra (Rio de Janeiro, RJ, 1953). Um sofisticado programa de condicionamento físico transformou em atleta o franzino menino que chegou para treinar no Flamengo-RJ em 1971, e que se tornaria o maior ídolo da história do clube. Técnica refinada, dribles, arrancadas para o gol, tabelas em velocidade, cobranças de falta precisas, instinto de artilheiro, nenhum fundamente lhe faltava. Era o cérebro da majestosa seleção de 1986 comandada por Telê Santana, conhecida como uma das maiores de todos os tempos.
Tomás Soares da Silva (São Gonçalo, RJ, 1921 – Niterói, RJ, 2002). O mais completo jogador brasileiro nas décadas de 40 e 50. Não por acaso, chamado de “mestre” até pelos adversários. Se não bastasse isso, foi o modelo de craque em que Pelé se inspirou ao conhecê-lo de perto em 1957, ano de estréia do garoto de 16 anos no Santos-SP e de sucesso do veterano de 36 anos no São Paulo-SP. Antes, Zizinho jogara pelo Flamengo e Bangu, ambos do Rio de Janeiro. Mestre na criação de jogadas, no passe, no drible curto, no posicionamento tático e no arremate, foi eleito o melhor jogador da Copa de 1950, quando um jornalista italiano viu nele um Leonardo da Vinci “a criar obras-primas com os pés”.

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Craques que reinventaram o futebol-arte pairam no ar como verdadeiros anjos barrocos.

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