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Os desbravadores

Postado em 26/6/2009 às 2:44 por Felipe dos Santos Souza


Beckham no Real Madrid: exemplo clássico de inglês "estrangeiro"

Quem acompanha a fundo o futebol da Inglaterra sabe: o país tem uma maneira própria de tratar o esporte. As particularidades britânicas se destacam: a profunda ligação entre o esporte e a cultura pop ("Febre de Bola", o incensado livro de Nick Hornby, é prova), a idolatria por atletas que nunca mereceram muita atenção além das fronteiras (Stuart Pearce e Ian Wright, por exemplo) e, finalmente, a raridade de jogadores que decidem deixar o país para jogar em outros clubes.

Além de não perder muitos jogadores para o exterior, o sucesso financeiro da Premier League, cada vez maior, fez com que a Inglaterra virasse também mercado comprador de jogadores. Isso, sem perder suas grandes estrelas. Prova disso é que, do total de 46 jogadores que disputaram as Copas de 2002 e 2006, apenas dois jogadores atuavam em clubes não-ingleses.

Porém, alguns jogadores da ilha começaram a experimentar vivências em outros grandes centros da Europa. Até por força do cenário - como no fim dos anos 1980, quando os clubes sofreram a sanção que os bania de competições europeias, após a tragédia de Heysel. E a abertura definitiva do mercado, se trouxe muita gente, também fez com que alguns aproveitassem o sucesso em outro lugar. E é a eles que este texto se referirá. Desde os pioneiros, ainda no meio dos anos 1970, até os tempos atuais.

Peter Withe

O atacante virou ídolo do Aston Villa, ao marcar o gol da vitória, na final da Copa dos Campeões 1981/82. Mas, sete anos antes, Withe já se convertera numa espécie de pioneiro. Antes mesmo da chegada de Pelé, Beckenbauer e Carlos Alberto ao futebol dos Estados Unidos, o nativo de Liverpool jogou, em 1975, no Portland Timbers, da nascente NASL.

E o britânico foi importante durante o ano passado nos States: atuando em todos os 22 jogos da campanha do título na divisão do Pacífico, marcou 17 gols. Os Timbers só não conseguiram vencer o Soccer Bowl daquele ano - o título ficou com o Tampa Bay Rowdies. Depois disso, Withe voltou, para o Birmingham City. Mas, antes mesmo de entrar para a história dos Villans, já desbravara a América.

Kevin Keegan
 

O primeiro exemplo de sucesso real de um inglês, no exterior. Mesmo com títulos pelo Liverpool, Keegan acertou, em 1977, a ida para o Hamburg, pouco antes de vencer a Copa dos Campeões, ainda nos Reds. O atacante chegou à Alemanha com o status de salvador dos Rothosen, campeões da Copa Uefa. Sem contar o fato de que viria com o maior salário pago a um jogador na Alemanha.

Após primeiros meses de dificuldades, o jogador retribuiria a confiança. Ainda no período 1977/78, o inglês se adaptou, virou ídolo e, mesmo com o Hamburg terminando a Bundesliga em 10º lugar, abocanhou o prêmio da revista France Football, como Melhor Jogador Europeu, em 1978. Pareceria pouco, diante do que se viu em 1978/79. Mais adaptado ao país, falando bem o idioma estrangeiro e entrando no clima de alta disciplina imposto pelo técnico Branko Zebec, o inglês foi peça-chave no título alemão vencido pelo HSV, pondo fim a 19 anos de jejum. De vez nas graças da torcida, que o apelidou "Super Mouse", lembrando o herói dos desenhos, Keegan foi novamente laureado pela France Football como o melhor da Europa, em 1979.

Entretanto, na temporada 1979/80, o trauma causado pela perda do título da Copa dos Campeões, para o Nottingham Forest, e da Bundesliga, para o Bayern de Munique, ajudou a encerrar a passagem de Keegan pela Alemanha. A volta para o Southampton, em 80, no entanto, não tira do atacante o status permanente de ídolo para os torcedores germânicos.

Trevor Francis

Mesmo sendo presença constante no English Team, durante a virada da década de 1970 para a de 1980, e sendo fundamental para o Nottingham Forest, na conquista da Copa dos Campeões 1978/79, ao marcar o único gol da final contra o Malmö, da Suécia, Francis vinha sofrendo com persistentes lesões, no início da década de 1980. Com problemas financeiros e achando que os gastos no atacante não valiam a pena, o Manchester City o vendeu à Sampdoria, logo após a Copa de 1982, na qual Francis defendeu a seleção.

Na Samp, o atacante passou três temporadas. A melhor delas, justamente sua última pelos blucerchiati. Em 1984/85, foi um dos pilares da equipe que conquistou a Copa da Itália, sobre o Milan. Mais do que campeão, foi o artilheiro do torneio, com nove gols. Todavia, ainda em 1985, foi vendido à Atalanta. No clube de Bergamo, deixou poucas lembranças boas, marcando apenas um gol, em 21 partidas. Mesmo assim, Francis passou dois anos nos Orobici, antes de ir para o Rangers, em 1987.

Ray Wilkins

Se Francis abriu a trilha da Velha Bota para os britânicos, outros contemporâneos seus aproveitaram-na, como o atual auxiliar técnico do Chelsea. Wilkins chegou ao Milan, em 1984, credenciado pela grande temporada 1982/83 que tivera, ajudando o Manchester United a ser campeão da FA Cup e da Copa da Inglaterra. Na seleção, mesmo com a desclassificação da Eurocopa de 1984, o meia era presença frequente nas convocações de Bobby Robson.

Wilkins não teve grandes problemas de adaptação na Itália. A questão estava no cenário interno do Milan: mesmo que o pior já tivesse passado, após o envolvimento no escândalo do Totonero e o rebaixamento à Serie B, os Rossoneri ainda estavam em processo de reestruturação. Wilkins chegou ao clube ainda em tempos de vacas magras. Resultado: desempenho discreto, mesmo sendo titular (73 jogos, 2 gols marcados), e a saída, em 1987, justamente quando a situação melhorava, com o início do império de Silvio Berlusconi. De Milanello, Wilkins se foi para o Paris Saint-Germain. Não durou quatro meses na França, e se foi para o Rangers.

Mark Hateley

O atacante teve história similar à de Wilkins: chegou ao Milan também em 1984, após boas atuações em seu início de carreira na Inglaterra. No caso de Hateley, foi pelo Portsmouth que ele despontou. Chegando aos Rossoneri, o jogador também se adaptou rápido ao futebol italiano. E deixou memórias mais felizes aos torcedores do que seu contemporâneo e compatriota.

Para começo de conversa, na sétima rodada do Campeonato Italiano 1984/85, em 28 de outubro de 1984, Hateley foi o autor do gol da vitória nos 2 a 1 do clássico milanês, contra a Internazionale, acabando com um longo jejum do Milan. Depois, formou, com Pietro Paolo Virdis, uma dupla de ataque respeitável, mesmo sem trazer títulos ao clube. E, assim como Wilkins, Hateley também sairia do Milan em 1987, rumo ao Monaco, da França.

Glenn Hoddle

Elogiado por seu estilo de jogo altamente técnico, desde o surgimento no Tottenham Hotspur, o meio-campista também tomou, em 1987, como Hateley, o caminho do ASM. Já com 30 anos de idade, formou, com a dupla de ataque formada pelo compatriota e George Weah, o tripé em que se sustentou a campanha que levou os monegascos ao título da Ligue 1 1987/88.

De quebra, na temporada seguinte, o meia foi fundamental na boa campanha dos alvirrubros pela Copa dos Campeões, quando o time chegou às quartas-de-final. E ainda marcou 18 gols na Ligue 1. Com tal desempenho, não foi espantoso que, em 1989, Hoddle tenha recebido o prêmio de Melhor Jogador Estrangeiro, na França. Uma contusão no joelho, em 1990, porém, freou o bom desempenho. Com 34 anos de idade, restou ao atleta o retorno à Inglaterra, para o Swindon Town.

Chris Waddle

Se Hoddle, antigo companheiro de Tottenham, já fazia sucesso na França, porque não tentar a sorte em terras gaulesas, ainda mais com os clubes ingleses fora de competições europeias de clubes? E, em 1989, o meia chegou ao Olympique de Marselha. E continuaria a sequência de bons desempenhos dos britânicos na Ligue 1.

Waddle virou, junto de Jean-Pierre Papin, um dos destaques do OM tetracampeão francês, entre 1989 e 1992. Recebeu da torcida o apelido "Magic Chris" e, com belos dribles e cobranças de falta venenosas, virou titular absoluto. Na temporada 1990/91, em especial, foi apontado como um dos favoritos a "Jogador Europeu do Ano", na eleição organizada pela Uefa. Só não venceu porque tinha, ao seu lado, o vencedor Papin.

Antes que a superioridade do OM caísse por terra, com os escândalos feitos por Bernard Tapie, Waddle regressou à Inglaterra em 1992, indo para o Sheffield Wednesday. Mas sua imagem em Marselha ficou inalterada. A prova disso é a segunda posição, na eleição de maior jogador da história do clube, em 1998, ano do centenário. Perdendo para quem? Papin...

Gary Lineker

A diáspora de jogadores ingleses que se seguiu à tragédia de Heysel dificilmente deixaria de fora um dos grandes artilheiros do país em todos os tempos. Ainda mais quando ele vivia sua melhor fase, com o posto de principal goleador da Copa de 1986 nas mãos. E o Barcelona, treinado por outro inglês, Terry Venables, não perdeu tempo, trazendo Lineker para o Camp Nou logo após o Mundial do México.

E Lineker não decepcionou com a camisa dos Blaugranas. Mesmo chegando à Espanha num período em que a "Quinta del Buitre" do Real Madrid é que dava as cartas, o atacante marcou 21 gols nos 41 jogos de sua primeira temporada no Campeonato Espanhol - três deles, na vitória de 3 a 2 contra os Merengues. E os títulos da Copa do Rei 1987/88 e da Recopa 1988/89 coroaram a boa atuação de Gary pelo Barça.

Contudo, a insistência do técnico Johan Cruyff em colocá-lo pela meia-esquerda fez com que o jogador se aborrecesse, saísse do time titular e, finalmente, fosse para o Tottenham, ainda em 1989. Três anos depos, na onda de veteranos que os clubes da nascente J-League contratavam para impulsionar o futebol no Japão, Lineker chegou ao Nagoya Grampus Eight. Jogou 23 partidas, fez nove gols, e lá mesmo anunciou o fim da carreira, em 1994.

David Platt

Uma das revelações da campanha do quarto lugar na Copa de 1990, o atacante voltaria, um ano depois, à mesma Itália onde jogara o Mundial. Desta vez, para atuar no Bari, vindo do Aston Villa. Platt até teve boa atuação nos Galletti (29 partidas, 11 gols), mas não duraria um ano no clube, indo para a Juventus.

Na Velha Senhora, Platt jogaria pouco e marcaria ainda menos: três gols em 16 partidas. Por mais que fizesse parte do elenco da Juve, nem no banco ficara, na final da Copa Uefa 1992/93, vencida sobre o Borussia Dortmund. Era preciso maior ritmo de jogo, para quem era titular do English Team. E a chance veio com a ida para a Sampdoria, ainda em 93.

A despeito da profunda crise vivida pela seleção inglesa, culminando na ausência da Copa de 1994, Platt voltou a encontrar bom desempenho nos Blucerchiati. Marcou 18 gols em 55 jogos, e teve boa performance no título da Copa da Itália 1993/94, seu único momento de maior brilho na Itália, antes da volta à Inglaterra, para o Arsenal, em 1995.

Paul Gascoigne

A presença de "Gazza" na lista é obrigatória. Até porque sua ida para a Lazio, em 1992, prometia ser fulgurante. Afinal de contas, os Biancocelesti teriam uma das principais revelações da Copa de 1990, que continuava barbarizando, pelo Tottenham Hotspur, nos dois anos seguintes. Porém, o meia de Gateshead já trouxe problemas antes mesmo de chegar a Roma.

Já tendo tudo acertado com os laziale, rompeu os ligamentos cruzados de seu joelho direito, na final da FA Cup 1991/92, contra o Nottingham Forest, ao dar um carrinho contra Gary Charles. Um acidente de carro retardou ainda mais a recuperação. Somente a 27 de setembro de 1992 é que os torcedores veriam sua estreia, contra o Genoa.

Mesmo com desempenho irregular, a primeira temporada de Gascoigne na Lazio ficou marcada. Seu primeiro gol pelo clube foi marcado simplesmente num derby contra a Roma, pela 11ª rodada do Campeonato Italiano 1992/93, empatando o jogo em 1 a 1, a quatro minutos do fim. Mas foi apenas um respiro. Em 1993, uma fratura na mandíbula o prejudicaria; em 1994, uma perna quebrada o tiraria de boa parte da temporada. Isso, sem contar a pressão de imprensa e torcida em seu comportamento indomável. Assim, 47 jogos e seis gols depois, Gascoigne deixava a Lazio rumo ao Rangers, em julho de 1995, com a impressão de que poderia ter ido muito melhor do que foi.

Paul Ince

Mantendo um relacionamento turbulento com Alex Ferguson, durante sua permanência no Manchester United, Ince acertou sua ida para a Internazionale, logo após o fim da temporada 1994/95. A decisão foi lamentada pela torcida - e até por alguns companheiros de United, como Kanchelskis e Mark Hughes.

Em Milão, Ince não ganhou títulos, mas teve bom desempenho e foi titular assíduo dos Nerazzurri. Na temporada 1995/96, só não atuaria em quatro jogos da Inter na temporada - e ainda marcaria três gols. Em 1996/97, seria ainda melhor, marcando seis vezes, em 24 partidas pela Serie A, e colaborando no vice-campeonato da Copa Uefa. Ince só não ficou em Appiano Gentile porque preferiu voltar para a Inglaterra, indo para o Middlesbrough. Proposta de Massimo Moratti, ele tinha.

Steve McManaman

Segundo jogador inglês a vestir a camisa do Real Madrid, o meia chegou ao clube espanhol em julho de 1999. Já tivera bom desempenho pelo Liverpool, e era titular da seleção inglesa. Mas é inegável: os melhores momentos da carreira de McManaman vieram com a camisa dos Merengues.

Logo nas primeiras partidas, o jogador ganhou o respeito da torcida madridista, indo bem na armação de jogadas e marcando gols rapidamente. Na campanha da Liga dos Campeões 1999/2000, já era titular absoluto da equipe de Vicente del Bosque. Melhor ainda: marcaria, de voleio, um dos gols da vitória por 3 a 0, na final, contra o Valencia, que deram o oitavo título do torneio ao Real. McManaman fazia história: era o primeiro jogador inglês a vencer a Liga dos Campeões por um clube estrangeiro.

Com a chegada de Florentino Perez à presidência do clube e o começo da era dos Galácticos, o inglês perdeu um pouco de espaço no time, com as chegadas de Figo e Zidane. Porém, num primeiro momento, McManaman manteve-se entre os titulares, construiu uma boa imagem com a torcida, ao não reclamar de, eventualmente, ficar na reserva, e viveu um momento muito desejado: marcou um gol contra o Barcelona. E em semifinal de Liga dos Campeões (o segundo dos 2 a 0 do jogo de ida, em 2001/02).

Mas a chegada de David Beckham, em 2003, significou o fim da linha para McManaman, que já não jogara muito pelo Real, naquele ano. E o meia se foi para o Manchester City. Com vários títulos para mostrar: dois Campeonatos Espanhóis, duas Supercopas da Espanha, duas Ligas dos Campeões, um Mundial Interclubes...

Michael Owen

Owen tinha tudo para ser um grande ídolo inglês, atualmente. Porém, sua passagem pelo Real Madrid foi um retumbante fracasso. Não parecia que seria assim quando os madridistas tiraram o "Wonder Boy" do Liverpool, em agosto de 2004. Afinal de contas, chegava a Chamartín um cidadão que, desde 1998, fora o artilheiro do Liverpool em todos os anos.

Mas, mal chegando ao Real, Owen foi destinado ao banco de reservas. Fora de forma, também começou a ser criticado pela torcida. A reação poderia ter vindo em outubro. Após uma boa sequência de jogos com a seleção da Inglaterra, Owen voltou aos Merengues e marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Dynamo de Kiev, pela fase de grupos da Liga dos Campeões. No jogo seguinte, pelo Campeonato Espanhol, o Real pegava o Valencia: 1 a 0, gol de Owen. Seguiram-se mais três gols, nos quatro jogos seguintes. Resultado: 13 gols em La Liga. Um desempenho auspicioso.

Desempenho que caiu por terra na metade de 2005. Com as contratações de Robinho e Júlio Baptista, ficou claro que Owen não teria muito mais espaço no clube. Restou voltar ao Newcastle. E, até hoje, o atacante luta para reencontrar a boa imagem que tinha em campo, antes da passagem tempestuosa por Chamartín.

David Beckham

Claro, a lista não poderia terminar sem o meio-campista. Que até poderia estar ainda no Manchester United, não fossem algumas discussões com Alex Ferguson, no fim de sua passagem por Old Trafford. E, claro, a sua imagem, uma das mais conhecidas do mundo, hoje.

No Real Madrid, Beckham virou uma espécie de símbolo da era dos Galácticos, criada por Florentino Pérez. Tal política foi levada à exaustão, não trouxe muitos títulos ao clube, e Beckham virou o "boi de piranha", o exemplo de como aquilo não dera certo. Sua saída para o Los Angeles Galaxy foi anunciada antes mesmo que o Espanhol 2006/07 terminasse - e terminaria com vitória do Real Madrid.

Se, no Galaxy, Beckham parecia no crepúsculo definitivo de sua carreira, a ida repentina para o Milan conseguiu reavivar sua imagem de bom jogador. Agora, com o retorno a Los Angeles, ele continuará sendo a tentativa personificada de fazer com que o futebol empolgue os norte-americanos. E um símbolo da diáspora inglesa. Ainda que ela seja rara.


Comentários de Leitores

 

Peter Withe

Withe também teve passagem na África do Sul (1972-73).

      Postado em 25/7/2009 às 1:04 por Paulo

Transação

Temos que ver que Owen só saiu do Real devido a Santiago Munez... o Real queria compra-lo mas o Newcastle aceitou Owen como moeda de troca! kkkkkkkkk

      Postado em 26/6/2009 às 18:17 por Tiago

Faltou o melhor zagueiro da história dos DM's

Woodgate.

      Postado em 26/6/2009 às 14:35 por Michel

Discordo

A passagem de Owen pelo Real pode não ter sido um sucesso mas foi bastante razoável. 13 gols (um deles no Barça) para quem começou a maioria dos jogos na reserva não é ruim. A própria torcida tinha ele como uma espécie de talismã e foi contra a saída dele do clube.

      Postado em 26/6/2009 às 11:48 por lalsan09

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