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A Pré-História do Brasil registrada Imprimir E-mail
Sex, 07 de Julho de 2006 08:53

capivara.jpgAndré Prous, arqueólogo francés que trabalha desde os anos 70 no Brasil, é conhecido também como descobridor do famoso esqueleto de Lagoa Santa conhecido como a "Lucy" brasileira no seu livro "OBrasil antes dos Brasileiros" apresenta informações organizadas sobre aspectos arqueológicos do Brasil muito interessantes para quem deseja saber mais, sobre o nosso passado, origem, maniestações culturais durante o surguimento do  homo sapiens no continente americano. Através da leitura deste livro podemos aprender muito sobre a idade da Terra, formações vulcÂnicas, de rios, mares e florestas, sobre o passado e seus legados que guardam parte da história do mundo e suas mudanças

ruprestte.jpgNo caso do Brasil, esta literatura muito bem documentada põe por terra a teoria de que o Brasil "foi descoberto em 1500" por Cabral. No Parque Nacional da Serra da Capivara, onde foi feita a foto à esquerda de uma pintura rupreste, encontramos indicios não só de uma cultura, mas de varias culturas organizadas por idades geológicas que comprovam a existência de diversos grupos com organizações sociais sofisticadas e complexas, resultando como evidência disso o achado de cerámicas, vasos, esculturas, acessórios da vida doméstica junto a esqueletos de gigantescos animais como é o caso do bicho preguiça na serra da Capivara (PI)s. O Brasil é um país novo onde habita -de certa forma- um homem muito velho, desde aproximadamente 11.500 anos arqueológicamente falando, com sua cosmogonia, mundo simbólico que deixou,  através de fósseis e objetos de arte, testemunho de seu passado. Prous, mostra na sua obra, as diversidades culturais, também da flora e da fauna do Brasil remoto, explica os métodos de pesquisa que permitiam poder associar como viviam os nossos antepassados. O autor, tambem destaca que, o Brasil faz muito pouco em termos de pesquisas arqueológicas, não há investimentos nem projetos, talvez isso seja um motivo para justificar porque o brasileiro conhece tão pouco sobre o seu passado. O livro foi publicado pela Jorge Zahar Editor, contém 144 páginas.

 

Mais informações

http://www.itaucultural.org.br/arqueologia/