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AMADOR BUENO DA RIBEIRA - "O homem que não quis ser Rei"

FOTO: REPRODUÇÃO
Amador Bueno nasceu em São Paulo, 1584

JOSÉ DUQUE

Filho de Bartolomeu Bueno e Maria Pires, Amador Bueno nasceu em São Paulo, 1584. Casado com Bernarda Luís teve diversos filhos uma grande descendência, entre eles os bandeirantes Bartolomeu Bueno e Amador Bueno - o Moço, para se distinguir de seu pai.

Amador Bueno foi capitão-mor e ouvidor da Capitania de São Vicente, em 1627.

O livro “Memórias para a História da Capitania de São Vicente”, do Frei Gaspar da Madre de Deus, relata que o povo de São Paulo de Piratininga, ao ter conhecimento da soberania portuguesa - em fins de 1640, com a ascensão do Duque de Bragança ao trono de Afonso Henrique -, resolveu proclamar a independência de sua terra escolhendo para Rei, Amador Bueno da Ribeira, que, além de rico e esclarecido, era de família hispânica.

Amador Bueno não aceitou a escolha e foi, por isso, ameaçado de morte. Enquanto o povo o aclamava aos gritos de “Viva Amador Bueno, nosso Rei”, ele respondia “Viva o Senhor Dom João, Rei e Senhor, pelo qual darei a vida”. Ao fugir, Amador conseguiu alcançar o Mosteiro de São Bento, onde se refugiou e solicitou audiência com os padres mais respeitáveis.

Amador e os padres conseguiram que os rebeldes jurassem fidelidade ao novo rei, e estes, “arrependidos do seu desacordo”, foram aclamar D. João IV, “com mágoa dos espanhóis”, que também prestaram juramento de fidelidade ao novo rei.

D. Pedro I, em 1823, explicou porque declarou a Independência às margens do Ipiranga: “Foi na pátria do fidelíssimo, e nunca assaz louvado Amador Bueno de Ribeira, onde pela primeira vez fui aclamado Imperador”.

Amador Bueno faleceu aos oitenta anos presumíveis, entre 1646 e 1650. Acredita-se que tenha sido enterrado na parte desaparecida do Convento de São Francisco, em que funcionou a Faculdade de Direito de São Paulo.

Postado em 21/05/2013 12:30:53

 
 
 
   
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