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Independência da Catalunha

Governo de Espanha promete bloquear referendo

por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca  

O Governo de Espanha prometeu hoje bloquear as intenções dos partidos catalães em realizar um referendo sobre a independência da Catalunha, hoje anunciado para 9 de novembro de 2014 pelo executivo da região autónoma.

Em declarações aos jornalistas, o ministro da Justiça espanhol, Alberto Ruiz Gallardon, garantiu em Madrid que o referendo "não será realizado".

"O voto não vai ter lugar e não será realizado porque a nossa Constituição não autoriza qualquer comunidade autónoma a submeter a votação ou a um referendo as questões relacionadas com a soberania nacional", afirmou.

Pouco antes, os partidos políticos catalães que apoiam a consulta anunciaram um acordo sobre qual a pergunta que será colocada no referendo. "Quer que a Catalunha seja um Estado?", e caso a resposta seja afirmativa: "Quer que seja um Estado independente?".

Esta foi a fórmula acordada para consultar os catalães sobre a autodeterminação, após um acordo entre os principais partidos da região.

De acordo com o presidente do governo autónomo da Catalunha (Generalitat), Artur Mas, a dupla pergunta tem a intenção de incluir todos os apoiantes da autodeterminação, e não apenas os independentistas.

O anúncio foi feito pelo próprio Mas a partir do Palau de la Generalitat, acompanhado pelos líderes de todos os partidos favoráveis à consulta, Oriol Junqueras (Esquerda Republicana Catalã), Joan Herrera, (Iniciativa para Catalunha Verdes) e David Fernández (Candidatura de Unidade Popular), e após uma reunião em que também participou a Convergência e União (CiU), no poder em Barcelona.

Com este acordo, Mas considerou terem sido cumpridos os objetivos propostos: que a consulta seja "muito maioritária e inclusiva" após a aprovação da maioria das formações, e que a pergunta seja clara e anunciada uma data concreta.

Sobre o dia da votação, 09 de novembro, Mas explicou que é a data ideal ao permitir "dar tempo" para que as instituições espanholas "possam negociar a forma de a concretizar, de acordo com o quadro legal que existe".

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