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Maratona De Molen e Entrevista EXCLUSIVA

Postado em julho, 2013 por | 5 comentários

Depois de muito tempo, consegui escrever este post. Algo nunca antes visto neste Blog, com vocês a Maratona De Molen!

Sabia que produzem somente 3000 hectolitros por ano? Daí a importância que você deve dar ao ter uma (ou algumas) De Molen em mãos…

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5 pessoas. 19 garrafas. Assim foi a maior sequência horizontal já feita pelo Blog. Desde já agradeço aos amigos Samuel, Rafael, Carlos e Rodolfo pelo “empenho nota 10” na empreitada!

E tem mais: já está virando tradição conseguir entrevistas exclusivas com as melhores cervejarias do mundo, e nesta não seria diferente! No fim do Post, entrevista com o Co-Proprietário da Brouwerij de Molen, John Brus. Imperdível!

Vamos lá:

01/19 – Amerikaans

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Bitter de 4,5% ABV e com simpáticos 30 IBU – aroma de laranja, toranja, bem cítrico. Leve lúpulo mas bem presente aroma do bom amarillo.

No sabor, muito amarillo e sladek. O pão do fermento é bem presente também.

Retrogosto com amargor bem persistente. Ideal para um all day hop head!

Corpo leve, dourada. Topo bege persistente. Drinkability 100%!

O Dry hopped de amarillo é seu ponto alto, com álcool leve e bem inserido.  Sirva-a em torno de 7ºC ou menos.

 

 

02/19 – Engels

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 Bitter de 4,5% ABV e também 30 IBU – aroma de fermento, álcool, trigo.

Ao contrário da anterior, esta cerveja uma o sladek pro Dry Hopping, o que deixa o aroma mais suave.

O sabor apresenta algum amargor típico do amarillo e um “sour” bem presente. Não sei se era desejável, mas eu gostei.

O corpo é leve, dourado-avermelhado, com espuma alva e sutil.

Deveríamos ter começado por essa que, infelizmente a Amerikaans deu uma “tampada”.

Servir também a 7ºC e bebe-la sem preocupações. O corpo leve torna-a uma cerveja tranquila até pra iniciantes.

 

03/19 – Licht & Lustig

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Specialty Grain com 5,2% ABV e 32 IBU – aroma leve de lúpulo, banana, pera, caramelo e pão.

Alguma coisa no aroma não deu certo com meu nariz, mas não sei exemplificar, foi desagradável.

No sabor, amargor bem presente, mais banana e caramelo. Final seco e picante.

O corpo é leve, claro, com algum sedimento no fim.  Topo limpo e rápido.

Esta cerveja é uma cross-over de uma lager tcheca e uma weizen alemã.  Ao contrário do que pensei, ela me agradou apesar do aroma que não saiu negativamente da minha cabeça. O late hopping de cascade fez bem pra ela. Servir a 6ºC.

 

04/19 – Hamer & Silkel

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Porter de 5,2% ABV e 35 IBU – no nariz: café, chocolate, notas tostadas, açúcar caramelizado.

Sabor com maltes tostados bem presentes, café e chocolate. Lupulagem inexistente (talvez o tal east kent golding não seja lá essas coisas).

A aveia garante uma cremosidade no corpo que é leve-médio e a espuma praticamente inexiste. Muita sedimentação.

Porter bacana, não é meu estilo preferido, mas além de ter seus méritos, até que me agradou. Servir a cerca de 8ºC

 

 

 

05/19 – Lentehop

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 IPA de 6,2% ABV e 36 IBU (parecem mais) – aroma de muito lúpulo gramíneio, limão e notas frutadas.

Na boca o álcool aparece bem discretamente, lupulagem picante (também com late hopping de cascade e columbus…) e retrogosto longo e bem amargo..

Corpo mediano, com espuma branca, baixa e persistente. Belíssimo visual.

Quer uma IPA Holandesa pra chamar de sua? Escolha a lentehop. a IPA de primavera sazonal que poderíamos beber todos os dias aqui. O dia todo.

 

 

 

06/19 – Winterhop

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IPA de 6,2% ABV e 61 IBU (que me pareceram menos…) – aroma de cascas de laranja, bastante lúpulo (provável chinook) e levemente frutado.

No sabor, grande presença do chinook porém com amargor mais comedido do que parecia ser. Incrível, mas a impressão que eu tive foi que o saaz que sequer citei na lentehop fez toda a diferença no sabor.

Cerveja também de corpo mediano, bem equilibrada (preferia um pouco de desequilíbrio pro amargor), com uma bela carga de malte e bem adstringente. Retrogosto seco e fugaz. Servir a 7º C. Próxima.

 

 

 

07/19 – Rye IPA Legacy

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IPA com centeio de 6,6% ABV e 41 bons IBU – aroma leve de lúpulo, boa presença do centeio, toranja, pinho e leve biscoito. Dry hopping de Legacy ficou bacana!

Na boca bastante centeio, amargor cítrico e maltes bem presentes. Excelente IPA!

Corpo mediano, drinkability idem, cremosidade deliciosa (provavelmente por conta da aveia – IPA com aveia?) topo persistente coroando seu dourado acobreado.

Só não a elegi como melhor Rye IPA porque vocês entenderão abaixo. Adivinha? Sirva a 7º C.

 

08/19 – Rye IPA Chinook

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 IPA com centeio, 6,6% ABV e 41 IBU – nariz dominado por centeio e secundariamente atingido pelo floral e herbal da lupulagem. Chinook não se deu tão bem quanto na winterhop…

Já no sabor, o lúpulo premiant deixou esta IPA resínea e gramínea! Que belo buquê formou na boca! O centeio aparece mais moderadamente e de novo não sinto sabor de aveia, apenas sei que ela está lá pela textura.

O residual permanece amargo e duradouro. Corpo médio, e muita adstringência!  Espuma alva, dura e demorada.

Que bela Rye IPA! Apesar do chinook não ter deixado o aroma a meu contento, a boca a salvou. e ainda não era a melhor das Rye… Bom e velho 7ºC pro copo.

 

09/19 – Rye IPA Cascade-Amarillo

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IPA com centeio, 6,6% ABV e 41 IBU – aroma leve de amarillo, pouco centeio e caramelo bem presente. muito perfumada, floral.

Na boca um certo dulçor surpreendeu! Mesmo assim a picância do lúpulo estava lá, com notas de laranja, bem cítrica. Hove também uma boa presença de pêssegos, muito saborosa.

Corpo pesado, com topo dourado e persistente.

O lúpulo utilizado pra amargor nas três versões de Rye IPA – premiant – é originário da cruzamento de lúpulos da Rep. Checa e, sem sombra de dúvida casou muito bem com os aromáticos amarillo e cascade nesta versão.  Certamente esta é a minha eleita dentre as 3. 7º C.

 

10/19 – Blikken & Blozen

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Imperial Saison de 8,5% ABV e 41 IBU – Aroma muito frutado, adocicado, leve maltado, caramelo, algumas notas torradas. Bastante cítrico também. Gramínea.

No sabor muito picante, maltada e com final seco. Doce e tom frutado, amargor bem presente, frutas cítricas, toranja, aquecimento álcool na garganta. Puro zaaz.

Corpo pesado, dourada-acobreada e com belo topo longo.

Que belíssima Saison! O citra usado no dry-hopping deixou esta cerveja uma obra prima! Já comprei mais 2 garrafas! Dizem pra bebê-la a 8º C, mas gostei mais dela mais gelada, talvez uns 5º C.

 

 

11/19 – Dubbelbock (Winterbock)

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 Doppelbock com 7,7% ABV e singelos 29 IBU – aroma delicioso com ameixas, caramelo, bastante amadeirado e com algum fermento.

Na boca o prazeroso amadeirado aparece mais discretamente, mas muito bem inserido! Bastante frutas escuras e especiarias. Ao fundo, um amargor que se estende no final cremoso.

Corpo bem pesado, oleosa e com topo escuro, o saaz está bem presente a todo momento.

Maravilhosa cerveja que simplesmente atropelou todas até então! Isso porque a noite ainda seria longa…

Servida a 8º C e quanto mais aquecia, melhor ficava.

 

12/19 – Molenbier

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English Strong Ale de potentes 7,5% ABV e amargor bacana de 49 IBU – no nariz ela é uma cerveja bem frutada, com canela, frutas escuras e secas.

O sabor tem como maior característica um grande amargor picante e secundariamente mais frutas escuras, bastante ameixa! Um que de melaço, açúcar queimado… Muito interessante!

O corpo dela é bem pesado… A drinkability acaba ficando prejudicada por conta do certo “enjoamento” que ela causa, mas basta beber com um amigo que tá tudo certo. Sirva-a a 10º C

 

 

13/19 – Amarillo

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Imperial India Pale Ale de 9,2% ABV e 77 IBU. – aroma surpreendentemente doce e já esperado alcoólico. Bem cítrico e frutado também.

Na boca, bem maltada, doce e frutada, inicialmente, evoluindo para uma perspectiva bastante intensa, seca e suave de lúpulo.

Corpo médio, bolhas contidas, bastante estruturada. Topo muito rápido e alvo.  Boa IIPA, bem fresca! Sirva-a aos 10º C pedidos mesmo, vale à pena assim.

 

 

 

14/19 – Bitter & Zoet

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Mistura de uma Imperial India Pale Ale com uma  Abbey Tripel (chamemos de Imperial Tripel?)  de 10% ABV e esquecidos 37 IBU – aroma de frutas tropicais, manga, pêssego e lúpulo cítrico, com algumas especiarias.

Na boca a predominância do saaz é incrível!  Seca e amarga, que logo se transforma em frutas cítricas e pinho, também com algumas especiarias.

De paladar suave e cremoso, o corpo é  bem pesado, com espuma bege e persistente.

Deliciosa mistura, apesar de sua classificação ser generalizada como tripel, as características sensoriais são bem de IIPA. Vale muito a prova, interessantíssima! Servir a 8º C

15/19 – Pijl & Boog

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Belgian Strong Ale de 10,3 ABV e 40 IBU – aroma de muito amarillo e destaque para o malte caramel, que trás muito biscoito, cookies e castanhas no nariz. Álcool bem presente também.

Na boca MUITO amarillo misturando deliciosamente com caramelo, casca de laranja, álcool bem presente. Dulçor pega um pouco.

Retrogosto bem amargo, corpo pesado, drinkability muito difícil. Topo branco e rápido. Belíssima cerveja, mas de paladar que agrada poucos.

 

 

 

16/19 – Hel & Verdoemenis 666

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Imperial Stout de 10% ABV e  IBU desconhecido – aroma fantástico de chocolate, tostado, café, maltes escuros.  Forte presença de madeira.

Na boca… Que cerveja!  Uma explosão profunda e complexa de sabores, muita madeira, muito amargor! Maltes torrados, fumo, o álcool muito notável. Aftertaste está cheio de madeira e conhaque.

Completa, grossa como o corpo de petróleo, pequena carbonatação. Um pouco pegajosa na boca. No geral, fantástica, vale a pena cada centavo. As lascas da madeira que contiveram conhaque por 40 anos dá um toque exclusivo nesta cerveja!

A apresentação é um caso à parte:  lacrada com cera negra, garrafas numeradas (a nossa era a 4049)… Show mesmo!

Sirva-a não muito quente, cerca de 8º C MAS deixe aquecer na taça e vá notando as diferenças, que são muito perceptíveis. A CERVEJA do post, sem dúvida alguma.

17/19 – Hel & Verdoemenis Misto Barrel Aged

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Imperial Stout de 12% ABV e 102 IBU (!!!) – aroma com MUITO álcool, malte tostado, bastante café e chocolate. Um verdadeiro copo frio de mocha, rico em maltes escurecidos, com a presença do barril bourbon de forma moderada.

No sabor, cerveja defumada (por conta da madeira tostada de um dos barris), mais álcool que uma imperial stout costumeiramente tem,  café, um monte de maltes escurecidos, bolo de chocolate,  bourbon bem aparente, biscoitos e baunilha. Um quê de fumo. Deliciosa!

A madeira adiciona uma secura que dá vontade de dar goladas vigorosas. Daí é necessário lembrar-se do ABV (e dos R$) e conter-se. Carbonatação inexistente. Negra, opaca, pesada. Envelhecida em barril de bourbon Wild Turkey, Austin Nichols e novos barris de bourbon tostados, no final blendada com os três resultados.

O pescoço lacrado com cera (que não é vermelha à toa) dá fim neste conjunto digna de ser bebida em pé. 10º C.

18/19 – Hel & Verdoemenis Wild Turkey Barrel

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Imperial Stout  com 13% ABV e 102 IBU  – no nariz, menos álcool que a anterior, porém bem presente.  Amargo de chocolate, e um nível de menta suave, insinuando manjericão. O tostado  aqui fica meio escondido. Cerejas e até alguma pimenta estão ali.

O paladar é esmagadoramente complexo. Chocolate, alcaçus, acidez de um café espresso.  sorvete de baunilha, bourbon, madeira, terra, resina, caramelo, açúcar mascavo e frutas escuras leves. Muito  maltada, pesada na língua. Um licor.

Corpo alto, sem topo e sem carbonatação. Muito licorosa.

Como já notaram, esta é parte (1/3) da anterior e se parecem bastante. Porém fico com a anterior, além do que esta merecia também o acabamento de cera. Mas na dúvida, prove as duas e se resolva.

Vá nos bons 10º C e se quiser, guarde-a por até 25 anos…

19/19 – Bommen & Granaten Bordeaux Barrel Aged

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Barley Wine de potentes 15,2% ABV e 57 IBU – aroma de mel, ameixa, frutas escuras, jabuticaba, toffee, pêssegos, madeira e vinho branco. Álcool bem presente.

No sabor muito mel, doce mesmo, lembrando um vinho de sobremesa. Extremamente maltada, frutas vermelhas como cerejas e morangos, mas também, trigo, cevada, toques de tabaco e alguns tons de agridoce. Aftertaste pegajoso, madeira,vinho. Muito instigante e complexa.

Corpo pesadíssimo, chega a enjoar, não a beba sozinho. Carbonatação zerada, deixa marcas na taça que parecem que não sairão… Que potência!

O rótulo fala em 15º C e te digo que vale à pena deixá-la chegar à isso, mas comece com ela mais gelada, na casa dos 10º C +/-.

Ah sim: cuidado com as de “pescoço vermelho”…

Encerrada esta mega degustação horizontal, fiquem agora com o co-proprietário da De Molen, John Brus:

FullPintBR: Sabe me dizer quantas cervejas (entre regulares, sazonais e outras) vocês produzem por ano? Quantas cervejas vocês produziram “oficialmente” desde quando começaram?
John Brus: Produzimos regularmente 18 cervejas que tentamos ter disponíveis em todos os momentos.
Além disso temos 10 cervejas sazonais e cerca de 4 barrel aged diferentes, de anos diferentes.
A cada 4 a 6 semanas fazemos uma cerveja que nunca fizemos antes. Daí, mais 10 extras…
Isso perfaz um total de cerda de 42 rótulos diferentes por ano.
Ao longo dos últimos dez anos, fizemos cerca de 275 cervejas diferentes.

FP: Você tem uma favorita dentre essas todas?
JB: Czarina Esra Imperial Porter, em homenagem a minha esposa, Esra.

FP: O que você pode me dizer quanto às suas cervejas no Brasil? Serão constantes?
JB: Espero que as nossas cervejas sejam sim constantes no Brasil, à partir de agora.
Certamente tanto a Beerconcept quanto nós faremos nosso melhor pra isso acontecer.
Mas o amante das cervejas no seu país será o único a decidir sobre isso.

FP: Fale pra gente sobre o futuro da De Molen e o que podemos esperar da cervejaria.
JB: A cervejaria recentemente deu um grande passo. Cerca de dois anos atrás, recomeçamos com uma nova cervejaria (novas instalações). Isso tornou possível para nós produzirmos, no fim das contas, 10 vezes mais cervejas em relação ao que fazíamos há 2 anos.
Este crescimento tornou possível para nós incrementarmos nossa exportação, Por exemplo para o Brasil!
Não temos por enquanto novos planos, mas nunca se sabe.

FP: E qual colaborativa vocês pretendem fazer agora?
JB: Já fizemos um monte de colaborativas com outras cervejarias. Existem inúmeras grandes marcas que gostaríamos de trabalhar juntos numa cerveja.
Estamos constantemente de olho no mercado para convidarmos alguém, ou sermos convidados. Quem sabe uma cervejaria brasileira?

FP: Finalmente, porque sempre dois nomes nas cervejas?
JB: Todas as nossas cervejas são nomeadas com provérbios Holandeses. Por exemplo Vuur & Vlam (que quer dizer Fogo e Chama) é um provérbio para quando você está completamente apaixonado.
Eu que sugiro os nomes, mas nós sempre tentamos encontrar um nome que diz respeito à cerveja, ao seu estilo, ao seu sabor, ao seu propósito.

John Brus (co-propietário) e Menno Oliver (brewmaster)

John Brus (co-proprietário) e Menno Oliver (brewmaster)

John Brus é co-proprietário Brouwerij de Molen e acumula as funções de Gerente de Vendas, Marketing e Desenvolvimento.

Persoonlijk goede bieren! Saúde!

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6 Comentários em "Maratona De Molen e Entrevista EXCLUSIVA"


Visitante

[…] Santos. Além de citar algumas curiosidades e uma entrevista com o co-proprietário, John Brus. Confiram, vale a […]

Visitante

Fala Fabricio, tudo bem?

Obrigado por postar uma degustação particular sua, com as De Molen!
E agradeço também, em nome da Beer Concept, pela solicitação e publicação da entrevista, que enriqueceu ainda mais o post.

Me deixa muito feliz acompanhar o reconhecimento que a De Molen vem obtendo no Brasil, assim como a satisfação dos consumidores destas cervejas.

É gratificante saber que fazemos parte da historia cervejeira no Brasil. O trabalho é duro, mas tem suas glorias.

Em breve, mais novidades!

Rodrigo – Beer Concept

Visitante
11/07/2013

Muito legal o post farei o mesmo mestre!!!

Visitante
Enoch Loes
11/07/2013

Ler com calma depois, pelo jeito será uma bela viagem.
Parabéns Fabrício.